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Para Maia, tentativa de reeleição à presidência da Câmara atrapalharia reformas

Deputado disse entender tentativa do colega de partido no Senado, Davi Alcolumbre, mas negou intenção de continuar à frente de sua Casa parlamentar.
Maia nega querer se reeleger presidente da Câmara | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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Deputado disse entender tentativa do colega de partido no Senado, Davi Alcolumbre, mas negou intenção de continuar à frente de sua Casa parlamentar

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Maia nega querer se reeleger presidente da Câmara | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) afirmou, em entrevista à rádio Guaíba, nesta segunda-feira, 24, que não pretende tentar se reeleger e que uma tentativa nesse sentido atrapalharia a agenda de reformas que precisam ser feitas no país.

De acordo com Maia, a Constituição não permite a reeleição dos presidentes do Congresso, ainda que ele entenda que seu colega de partido no Senado, Davi Alcolumbre, tente manobrar para se manter no cargo.

“Se eu quero tentar avançar nas reformas, eu introduzir meu nome na eleição, eu mais atrapalho que ajudo”, destacou o presidente da Câmara, que afirmou que tentará emplacar um substituto que siga com os trabalhos de aprovação das reformas tributária e administrativa e aproxime a sociedade do Congresso.

Segundo ele, a agenda de reformas deve ser fechada ainda este ano, mas as privatizações desejadas pelo governo devem ser deixadas para 2021, esclarecendo que não adianta o governo gerar receita extra sem antes reorganizar a própria estrutura.

Mais uma vez, o presidente da Câmara criticou o ministro Paulo Guedes por tentar incluir o novo imposto por transações financeiras na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que regulamenta o teto de gastos.

“É meio complicado o governo tentar criar um imposto sem ser em uma PEC enviada pelo próprio governo”, concluiu.

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3 comentários

    1. O Rodrigo “Botafogo” Maia sabe que não conseguiria se reeleger e vem com conversa pra boi dormir.
      Ele perdeu a chance da sua vida politica ao criar zonas de atrito com o Executivo. Ao privilegiar partidos de esquerda, em comissões e votações na casa, conseguiu a antipatia dos eleitores da direita e, certamente, não terá votos da esquerda em 2022. Ele teria cometido o erro político definitivo.

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