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Política

Carlos Bolsonaro renuncia a cargo no PL

O pré-candidato ao Senado por Santa Catarina deixou a vaga na executiva nacional para afastar riscos de veto

Depois de mais de duas décadas no Legislativo municipal da capital fluminense, Carlos Bolsonaro renuncia ao mandato de vereador | Foto: Renan Olaz/CMRJ
Depois de mais de duas décadas no Legislativo municipal da capital fluminense, Carlos Bolsonaro renunciou ao mandato de vereador | Foto: Renan Olaz/CMRJ

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O pré-candidato ao Senado, Carlos Bolsonaro, renunciou ao cargo de dirigente nacional do PL em 1º de julho, abrindo mão de um salário mensal de R$ 38 mil, para cumprir o prazo legal de descompatibilização e evitar contestações jurídicas em sua futura candidatura. A decisão ocorre após sua renúncia ao mandato de vereador no Rio de Janeiro em dezembro de 2025, visando concorrer por Santa Catarina.

O pré-candidato ao Senado Carlos Bolsonaro abriu mão de um salário mensal de R$ 38 mil ao renunciar ao cargo de dirigente nacional do PL nesta quarta-feira, 1º. O político oficializou o desembarque da cúpula partidária para cumprir o prazo legal de descompatibilização. A mudança ocorre meses depois de o parlamentar renunciar ao mandato de vereador na cidade do Rio de Janeiro, em dezembro de 2025, com o objetivo de disputar a vaga no Legislativo pelo Estado de Santa Catarina.

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As normas eleitorais exigem o afastamento de chefes partidários que pretendem concorrer nas urnas em outubro. Carlos Bolsonaro usou a internet para comunicar a decisão e afastar o risco de contestações jurídicas contra a sua futura chapa. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro justificou que o recuo administrativo blinda o projeto político de interpretações divergentes dos magistrados.

Político defende transparência e nega artimanhas eleitorais

O parlamentar detalhou a saída e rechaçou o uso de brechas jurídicas para se manter na folha de pagamento da legenda. “Hoje era o prazo final para a descompatibilização do vínculo de dirigente partidário e candidatura. Há diversos entendimentos desta linha de ação, de necessidade de firmar o ato ou não, contudo para evitar problemas abrimos mão do cargo, garantindo que todo o processo siga sem qualquer margem para interpretações da Justiça Eleitoral”, declarou.

A entrega do posto encerra o trabalho burocrático do pré-candidato na sede nacional do partido, em Brasília. Carlos Bolsonaro reafirmou as bandeiras de sua atuação partidária no encerramento da mensagem enviada aos apoiadores da Região Sul. “Seguimos fazendo o nosso trabalho com responsabilidade, jogando aberto, com transparência, sem artimanhas políticas e joguetes de interpretação para ludibriar inocentes”, concluiu o político.

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