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O pré-candidato ao Senado por Santa Catarina Carlos Bolsonaro (PL) declarou que seu irmão Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é a "única voz" contra a proposta dos Estados Unidos de impor uma tarifa de 25% sobre exportações brasileiras, durante sua preparação para uma audiência pública em Washington sobre o tema. Flávio, que comparecerá como testemunha, argumenta que a tarifa prejudicaria empresas e consumidores de ambos os países e pediu que qualquer decisão seja postergada até depois das eleições presidenciais brasileiras
O pré-candidato ao Senado por Santa Catarina Carlos Bolsonaro (PL) afirmou nesta segunda-feira, 6, que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é a “única voz” que atua contra a medida dos Estados Unidos de impor uma tarifa de 25% sobre parte das exportações brasileiras.
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A declaração ocorreu enquanto o pré-candidato á Presidência pelo PL se prepara para participar, em Washington, de uma audiência pública promovida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sobre a proposta.
No X, Carlos afirmou que o irmão “é a única voz que efetivamente se levanta e se movimenta contra as tarifas que penalizam o Brasil”. Em seguida, criticou adversários políticos, sem citá-los nominalmente.
. @FlavioBolsonaro tem sido a única voz que efetivamente se levanta e se movimenta contra as tarifas que penalizam o Brasil. Enquanto isso, o filho da organização e os políticos “permitidos” assistem passivamente, quando não torcem pela manutenção dessas medidas, porque, para…
— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) July 6, 2026
“Enquanto isso, o filho da organização e os políticos ‘permitidos’ assistem passivamente, quando não torcem pela manutenção dessas medidas”, escreveu. O vereador concluiu que “a inércia não é acaso, é conveniência para então ficarem com a narrativa empurrada pela velha imprensa”.
Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos

Flávio Bolsonaro vai comparecer à audiência pública do USTR como testemunha. O órgão norte-americano analisa a adoção de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros depois de concluir uma investigação que classificou como “irrazoáveis” determinadas políticas e práticas do Brasil em áreas como comércio digital, meios de pagamento eletrônicos, combate à corrupção, propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal.
A audiência integra a etapa final do processo antes da decisão do governo dos Estados Unidos.
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Segundo o senador, a sobretaxa prejudicaria empresas e consumidores dos dois países. Em documento encaminhado ao USTR, Flávio também pediu que uma eventual decisão fique para depois das eleições presidenciais brasileiras de outubro. O argumento é que a medida poderia interferir no ambiente político do país.
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