A Marinha apresentou nesta quarta-feira, 26, novas etapas do Prosub no Complexo Naval de Itaguaí, no Rio de Janeiro. A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, batizou o Submarino Almirante Karam (S43), seguindo a tradição que deseja boa sorte à embarcação e à tripulação que irá ao mar.
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O Submarino Tonelero (S42) também ganhou destaque ao ser incorporado à Força de Submarinos depois da conclusão dos testes de mar. A embarcação atua na vigilância de áreas marítimas consideradas estratégicas. Ela possui cerca de 70 metros de comprimento e deslocamento superior a 1,8 mil toneladas.
Escolha de Cármen Lúcia rende críticas
A escolha de Cármen Lúcia como madrinha motivou críticas do deputado estadual Gil Diniz (PL-SP), que relacionou o convite ao contexto da condenação do ex-comandante da Marinha Almir Garnier, por participação na suposta tentativa de golpe. Já o vice-prefeito de Curitiba, Paulo Martins (Novo-PR), disse que a escolha da ministra é “simbólica”. Ele afirma: “O regime está consolidado”.
A “madrinha” do mais novo submarino brasileiro é uma juíza da suprema corte. O Brasil está tão do avesso, que juízes fazem política o tempo inteiro, desde corpo a corpo no Congresso Nacional para aprovação de nomes, a votação de projetos.
— Gil Diniz (@carteiroreaca) November 26, 2025
A ofensa é ainda mais grave porque com o… https://t.co/YAb8XG6fYU
A 1ª Turma do STF manteve, de forma unânime, as determinações do ministro Alexandre de Moraes para o início do cumprimento das penas impostas aos condenados do chamado núcleo 1, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro e ex-integrantes do primeiro escalão de governo.
As decisões confirmaram medidas que atingem membros das Forças Armadas e definiram os efeitos das condenações, como o envio de ofícios ao Superior Tribunal Militar e ao Ministério da Justiça para análise sobre a perda de postos, patentes e cargos. O colegiado também rejeitou recursos apresentados pelos réus e classificou parte das tentativas de revisão como protelatória.
Estratégia naval e impacto industrial
A cerimônia reuniu o ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, além de autoridades civis e militares. Ele avaliou que o setor naval segue essencial para reforçar a proteção da chamada Amazônia Azul, como é chamada a zona marítima sob jurisdição brasileira.
Enquanto o S42 inicia sua fase operacional, o S43, batizado pela ministra, segue para testes que envolvem propulsão, sensores, sistemas de combate e lançamento de armamentos. Os dois integram a Classe Riachuelo, núcleo do programa que prevê o desenvolvimento do submarino de propulsão nuclear Álvaro Alberto.
Leia também: “STF suspende julgamento de ações sobre atrasos e cancelamentos de voos”





































Ministra do STF inaugurando obra da Marinha. E olha que eles nem precisam se candidatar. Já estão eleitos e empossados. Triste país.
Mas o último navio batizado por Janja e Lula nunca foi ao mar, inoperante, milhões jogados ao lixo.
Essa deveria imergir como o submarino, só que com uma diferença, nunca mais vir à tona, .seria maravilhoso
Não lembro se foi ela, ou a Dilma, que batizou o navio João Candido, orgulho do governo petista da época, que custou centenas de milhões de dólares, mas quase foi a pique após a inauguração, e nunca navegou, tendo retornado ao estaleiro onde foi transformado em sucata.
Belíssima escolha, considerando que é tudo que se espera de nossa marinha. Talvez possam homenagear Dilma em uma próxima oportunidade.
Com essa madrinha, vai dar azar
A foto tá igual a bruxa do 71.