Celso de Mello arquiva processo contra Heleno

Ministro-chefe do GSI foi processado por partidos de esquerda no episódio da apreensão do celular do presidente Bolsonaro
-Publicidade-
O ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello e o ministro do GSI, general Augusto Heleno | Foto: REPRODUÇÃO/FOTOMONTAGEM
O ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello e o ministro do GSI, general Augusto Heleno | Foto: REPRODUÇÃO/FOTOMONTAGEM | O ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello e o ministro do GSI, general Augusto Heleno | Foto: REPRODUÇÃO/FOTOMONTAGEM

Ministro-chefe do GSI foi processado por partidos de esquerda no episódio da apreensão do celular do presidente Bolsonaro

celso de mello
O ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello e o ministro do GSI, general Augusto Heleno | Foto: REPRODUÇÃO/FOTOMONTAGEM

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello mandou para a gaveta uma notícia-crime da esquerda contra o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno. Parlamentares de oposição processaram o militar por causa do artigo “Nota à Nação Brasileira” publicado por ele no episódio da apreensão do celular do presidente Jair Bolsonaro. Segundo Heleno, isso era uma afronta ao Poder Executivo e causaria “consequências imprevisíveis para a estabilidade nacional”.

-Publicidade-

Leia também: “O dossiê completo dos gastos do Supremo”, reportagem publicada na edição n° 15 de Oeste

Mello aproveitou para alfinetar o chefe do GSI, ao afirmar que Heleno desrespeitou “a autoridade suprema da Constituição” e do STF. Segundo o juiz, o processo só foi arquivado porque a Procuradoria-Geral da República é quem detém o monopólio da ação penal pública contra ministros de Estado. Portanto, não caberia ao Judiciário decidir se prossegue com a investigação ou a arquiva. Em síntese, “cabe ao Ministério Público adotar, com exclusividade, as providências que entender pertinentes”, escreveu Mello.

-Publicidade-
* O espaço para comentários é destinado ao debate saudável de ideias. Não serão aceitas postagens com expressões inapropriadas ou agressões pessoais.

5 comentários Ver comentários

  1. Como leigo na ciência jurídica, posso entender que o STF é um poder superior aos demais Poderes da República? Podem por exemplo, julgar inconstitucional, como fizeram por 8 a 2, a Legislação aprovada pelo Congresso, do voto impresso junto com a urna eletrônica, porque ele poderia deixar de ser sigiloso? Alguém disse para esses 8 que o voto impresso fica blindado em uma urna e não é levado para casa com o eleitor? Ou gastos com impressoras é inconstitucional? Ou sera inconstitucional porque poderá engasgar e travar a impressora?
    Realmente temo que o notável saber jurídico e a ilibada reputação, não lhes de a capacidade de observar que a única forma de auditar voto eletrônico, é com a impressão do mesmo, até para tranquilizar o eleitor, que o eletrônico é igual ao impresso. Auditoria serve para auditar amostras em urnas sorteadas e não para contagem de votos, que se necessária por pedido de qualquer das partes poderá ser considerada e evitará nova eleição. Penso que será muito importante estar implantada em 2022, para evitar suspeitas de fraudes e consequentes conflitos e desordem. Quem se interessar, analise os votos dos ministros do STF nessa arguição de inconstitucionalidade da PGR Raquel Dodge.

Envie um comentário

Conteúdo exclusivo para assinantes.

Seja nosso assinante!
Tenha acesso ilimitado a todo conteúdo por apenas R$ 19,90 mensais.

Revista OESTE, a primeira plataforma de conteúdo cem por cento
comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado.

Meios de pagamento
Site seguro
Seja nosso assinante!

Reportagens e artigos exclusivos produzidos pela melhor equipe de jornalistas do Brasil.