Ciro Gomes (PSDB) desistiu de concorrer à Presidência da República em 2026. O ex-governador do Ceará comunicou a decisão ao presidente da sigla, Aécio Neves, e deve oficializar a escolha no próximo sábado, 16. O político agora planeja disputar o comando do governo cearense, cargo que ocupou na década de 1990.
+ Leia mais notícias de Política em Oeste
Receba nossas atualizações
O recuo encerra a trajetória de cinco tentativas consecutivas ao Palácio do Planalto. Ciro disputou o cargo máximo do país em 1998, 2002, 2018 e 2022. O tucano alegou cansaço com o cenário político nacional e afirmou que só aceitaria um novo projeto federal diante de uma crise institucional extrema.
Convite e novos planos
Aécio Neves convidou Ciro para fortalecer o PSDB no Ceará ainda em abril. O deputado federal defende a ideia de que o partido apresente alternativas contra o radicalismo e a polarização, que travam o país. O diretório tucano continuará o debate com outras lideranças para definir quem ocupará o vácuo deixado pelo cearense na chapa presidencial.
Ciro Gomes possui um currículo extenso no Executivo. Ele comandou o Ministério da Fazenda no governo de Itamar Franco e a pasta da Integração Nacional no primeiro mandato de Lula. O retorno ao Estado natal marca uma mudança de foco depois de anos concentrado em críticas à gestão econômica da União.
Críticas ao Judiciário
O ex-ministro também endureceu o discurso contra as escolhas para Tribunais Superiores. Ciro se posicionou contra a indicação de Jorge Messias para a vaga de Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal. O Senado rejeitou o nome de Messias neste mês, seguindo uma tendência de reprovação compartilhada por diversos pré-candidatos.
A assessoria do político confirmou que o evento de sábado selará o destino da candidatura estadual. Ciro pretende usar sua experiência como ex-ministro e ex-governador para tentar vencer a disputa local. O movimento altera o tabuleiro das alianças no Nordeste e retira um nome histórico da corrida presidencial de 2026.
Leia também: “PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro por suposta coação”









































O Coroné tem tudo, menos excesso de burrice.
No pobre Ceará, o gajo tem uma grande condição de ganhar.
Como candidato a presidente, ele ganharia com certeza, o que Inês ganhou atrás da horta, logo….