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Política

Ciro Nogueira reage à operação da PF: 'Perseguição'

Investigado no caso Master, senador diz que tentam 'manchar' sua honra em ano eleitoral

Ciro Nogueira | Foto: Lula Marques/Agência Brasil
O senador piauiense foi alvo de busca e apreensão da quinta fase Operação Compliance Zero da PF | Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) reagiu, depois de ter sido alvo da quinta fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira, 7. Em nota divulgada nesta sexta-feira, 8, o parlamentar chamou a ação de “perseguição política” que busca “manchar” sua honra.

“Vale lembrar algo: todo ano político é a mesma coisa”, escreveu o senador. “Tentam parar de todas as formas quem lidera as pesquisas de intenção de votos. Isso aconteceu comigo em 2018, faltando 15 dias para a eleição.”

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Ciro Nogueira disse ainda que, à época, “o povo do Piauí sentiu a perseguição política e o efeito foi contrário: crescemos 6 pontos na pesquisa e vencemos aquela eleição”. E destacou que a Justiça rejeitou posteriormente as acusações feitas naquele período.

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Ao se autointitular um “cidadão completamente indignado”, o senador chamou a operação de “um ataque tão maligno e sem fundamentos”.

Ciro Nogueira é alvo da Operação Compliance Zero

O senador piauiense foi alvo de busca e apreensão da quinta fase Operação Compliance Zero, que investiga um esquema bilionário de fraudes financeiras que envolvem o Banco Master.

A corporação identificou indícios de que Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, bancou viagens internacionais de luxo e manteve repasses mensais de até R$ 500 mil ao senador em troca da apresentação de emendas de interesse da instituição financeira no Congresso.

Segundo relatório enviado ao Supremo, Vorcaro teria pago despesas de viagens internacionais do senador, incluindo hospedagens no hotel cinco estrelas Park Hyatt New York, em Manhattan, nos Estados Unidos.

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As investigações mostram ainda que Ciro recebia pagamentos recorrentes por meio de uma estrutura que envolve a empresa BRGD S.A., ligada à família do ex-banqueiro, e a CNLF Empreendimentos, apontada como veículo patrimonial do senador.

Em uma das mensagens interceptadas, Felipe Vorcaro, primo do banqueiro e preso na operação, questiona: “Vai continuar os 500k ou pode ser os 300k?”, em referência aos repasses mensais destinados a “Ciro”.

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1 comentário
  1. paulo jose do nascimento filho
    paulo jose do nascimento filho

    Calhorda cara de pau.
    Bandido mafioso

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