Com apoio de sindicatos, terreno da Petrobras é invadido no RJ

Cerca de 300 pessoas estão no local; mais 1,2 mil são esperadas, conforme organizadores
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A direção da estatal deve pedir a reintegração de posse
A direção da estatal deve pedir a reintegração de posse | Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Cerca de 300 pessoas invadiram um terreno que pertence a Petrobras em Itaguaí, na região metropolitana do Rio de Janeiro. O ato do sábado 1° teve o apoio do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense e da Federação Única dos Petroleiros. Em nota conjunta, as entidades garantiram que mais 1,2 mil pessoas vão aderir ao “Acampamento Refugiados Primeiro de Maio” nos próximos dias. A justificativa para o ataque é a “falta de moradia, de comida e de vacinas contra a covid-19”. Outra queixa dos invasores se deve à política de preços dos combustíveis adotada pela estatal, de paridade com o mercado internacional. A Petrobras já confirmou o ocorrido e estuda medida de reintegração de posse.

“Por isso, o movimento escolheu o terreno ocioso da petroleira, que seria usado para instalar o Polo Petroquímico e a Zona de Processamento e Exportação de Itaguaí, o que nunca ocorreu”, informa trecho do documento emitido por sindicalistas. O acampamento já tem barracas de modo a abrigar as famílias e uma cozinha improvisada. As entidades sindicais estão abastecendo os invasores com água, máscara e álcool gel. Segundo elas, o terreno pertence à companhia pública, portanto, à União. A mobilização teria como objetivo “chamar atenção da sociedade para a importância da Petrobras” e como a gestão do presidente Jair Bolsonaro tem “desmontado” a empresa e prejudicado os mais pobres.

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