O Congresso Nacional adiou para esta sexta-feira, 19, a votação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2026. A sessão conjunta para análise do Orçamento do próximo ano estava marcada para esta quinta-feira, 18, mas foi adiada a pedido do relator, deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL), que pediu mais tempo para finalizar seu relatório.
Nesta quarta-feira, 17, o plenário do Senado aprovou um projeto que libera mais de R$ 20 bilhões no Orçamento de 2026. A proposta, que ainda depende da sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aumenta a taxação de bets e fintechs, além de reduzir benefícios fiscais para diversos setores.
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Com a aprovação desse projeto, o relatório final do PLOA precisou de alterações antes de ser votado por deputados e senadores.
Alcolumbre quer se “desobrigar” do Orçamento
Durante a sessão que aprovou o projeto que abre espaço nos cofres públicos para o próximo ano, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), havia comentado a possibilidade de adiamento da sessão por atraso na entrega do relatório. Na ocasião, ele manifestou desejo de se “desobrigar” da votação do Orçamento, que é “um compromisso de todos” os parlamentares.
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“Não vou mudar o meu desejo: a sessão do Congresso vai continuar marcada para amanhã, ao meio-dia”, disse Alcolumbre, na quarta-feira, no plenário da Casa. “Se o relatório não for condensado ao ponto de que os parlamentares possam votar o Orçamento, a gente vai adiando. O que quero é me desobrigar também da votação do Orçamento, que é um compromisso de todos nós.”
Além do PLOA, a sessão conjunta do Congresso Nacional deve apreciar outros 23 projetos que abrem créditos adicionais no Orçamento de 2025.
A expectativa é que o Orçamento de 2026 seja votado antes do recesso parlamentar, para que já possa ser executado a partir do início do próximo ano.
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