Conheça a nova urna eletrônica do TSE

'Equipamento será mais seguro e com recursos de acessibilidade', comunicou a Justiça Eleitoral
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O presidente do TSE, Luís Roberto Barroso
O presidente do TSE, Luís Roberto Barroso | Foto: Antonio Augusto/Ascom/TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresentou nesta segunda-feira, 13, a nova urna eletrônica. Ela será utilizada a partir do ano que vem. Segundo o TSE, a máquina é “mais segura e trará novos recursos de acessibilidade”.

Atualmente, os eleitores votam em um modelo de urna eletrônica de 2015, que se tornou alvo de críticas durante o debate do voto auditável. Batizado de UE 2020, o novo equipamento terá algumas mudanças. São elas:

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  • terminal do mesário com tela totalmente gráfica, sem teclado físico, e superfície sensível ao toque;
  • processador do tipo System on a Chip (SOC), 18 vezes mais rápido que o modelo 2015;
  • bateria do tipo lítio ferro-fosfato: menos custos de conservação por não necessitarem de recarga;
  • mídia de aplicação do tipo pen drive, o que traz maior flexibilidade logística para os TREs na geração de mídias;
  • expectativa de duração da bateria por toda a vida útil da urna.

“A urna utiliza o que há de mais moderno em termos de criptografia, assinatura e resumo digitais”, comunicou o TSE, em nota informativa. “Tudo isso garante que somente o sistema desenvolvido pelo TSE e certificado pela Justiça Eleitoral seja executado nos equipamentos”.

O TSE voltou a ressaltar que as urnas eletrônicas “não se conectam a nenhum tipo de rede, internet ou bluetooth. Dessa forma, para que fosse possível fraudar o equipamento, seria necessário superar mais de 30 barreiras de proteção”.

Especialista critica a nova urna eletrônica

“O modelo do equipamento é irrelevante”, afirmou a Oeste Carlos Rocha, engenheiro formado no Instituto Tecnológico de Aeronáutica e CEO da Samurai Digital Transformation.

Líder do desenvolvimento e da fabricação da urna eletrônica nos anos 1990, Rocha disse que o problema de segurança não foi tratado até hoje: “O alto risco de manipulação dos resultados da eleição, sem deixar nenhum rastro”.

Para Rocha, trata-se da “consequência do poder absoluto dos códigos dos programas e chaves criptográficas nas mãos de alguns técnicos do TSE, que não sofrem nenhum controle externo”.

“Dois terços das invasões de sistemas têm origem nas organizações”, constatou. “Não há sistema 100% seguro.”

Imagem do equipamento

urna eletrônica
Nova urna eletrônica lançada hoje | Foto: Divulgação/TSE

Leia também: “É proibido modernizar a urna eletrônica?”, reportagem publicada na Edição 69 da Revista Oeste

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41 comentários Ver comentários

  1. Vc paga a gasolina que põe no tanque do carro, nos confins do Brasil, e a maquininha emite uma cópia do débito. Para vc saber que não foi roubado. E na urna ? Sim, sem o comprovante, vc pode estar sendo roubado…

  2. Antes era o custo da auditagem das urnas. Agora, não se diz quanto está sendo gasto para substituir milhares e milhares de urnas, mas a desconfiança da população continua a mesma. Este ministro, que acreditou em Cesare Batista e João de Deus, vai nos enfiar goela á baixo mais esta excrecência. Até quando ???

  3. Lamento que o voto impresso tenha sido tão atacado pelo STF, que demonstra nada saber de auditoria. Então pedimos a atenção Ministério da Defesa e da Ciência e Tecnologia, para entrar nesse circuito do TSE, impondo ao ILUMINADO BARROSO, que nada entende de sistemas e de auditoria, que os TIs desses ministérios juntamente com TIs independentes que dominam essa tecnologia, DESENVOLVAM o software e as rotinas de segurança e fiscalização, para que a população sinta segurança nos resultados, caso contrario graves conflitos poderão ocorrer e vai sobrar para as Forças Armadas resolverem.
    Aos notáveis do TSE caberá apenas homologar o resultado e eventualmente julgar recursos judiciais cabíveis.

  4. Barroso é um grande pilantra, acha que engana alguém.
    Agora ficou mais fácil roubar nossos votos. Basta colocar um mesário pilantra que troque o pen drive original (dá até pra engolir se quiser esconder) por um pen drive previamente adulterado. Põe o pen drive cheio de votos para o PT no envelope e entrega junto com a urna. O resto do processo é todo bonitinho, mas a merda já foi feita.
    Quero meu comprovante impresso, se houver fraude que recontem os papéis!

  5. Não temos sistema de educação, hospitais, transporte, segurança… mas temos urna eletrônica. Só em uma terra que até às forças armadas estão corrompidas, uma população fácil de se manipular ou mansa demais. Pobre Brasil.

  6. Qual a capacidade intelectual que um ministro pode garantir que um objeto eletrônico é seguro? Quem pode falar do assunto são os técnicos altamente estudados e preparados para tal, até porque na advocacia não existe aula de tecnologia de informática.

  7. Pro Brasil passar a um patamar mínimo de seriedade, bastaria o STF determinar que os precatórios em favor do governo da Bahia sejam divididos em 48 parcelas, pagando juros e tudo, e pegando a grana e colocando as impressoras de votos.
    Mas não se quer seriedade!!!
    E assim vamos brincando com fogo, até que a América do Sul vire uma foice.

  8. Carros Raiz. Os automóveis hoje estão repletos de eletrônica. Um simples sensor com defeito pode fazer com que o carro deixe de funcionar e tenha que ser rebocado pois precisa de mão de obra especializada para efetuar o concerto. Devo admitir que não entendo nada de urnas eletrônicas e muito menos de eletrônica de automóveis. Mas sabia mexer com carburador e platinado qdo ainda não dispúnhamos desta eletrônica embarcada. Seguindo este raciocínio, a possibilidade de auditar o voto, no meu entender, sanará dúvidas que possam surgir sobre os resultados das eleições, porque não dependerão da parafernália eletrônica extremamente sensível que vem sendo adotada atualmente no processo.

  9. RESUMO:

    “poder absoluto dos códigos dos programas e chaves criptográficas nas mãos de alguns técnicos do TSE, que não sofrem nenhum controle externo”.

    “Dois terços das invasões de sistemas têm origem nas organizações”. “Não há sistema 100% seguro.”

    Basta uma ordem de um iluministro para uma “fraude do bem” acontecer!

  10. Ou seja as eleições vão ficar ainda mais nas mão deles kkkkk, e dá pra confiar kkkk
    não adianta nada disto Sr barrinho se não tiver a auditagem o comprovante do voto um a um pra saber em quem o Sebastião votou, receber um boletim de urna com a soma total dos votos não é transparência pois é ai que a magica acontece, se o sistema estiver corrompido ele soma mais votos para quem eles quiserem, não tem como fazer a auditagem da seção para conferir quer que desenhe.

  11. Fico muito apreensivo com toda essa história para cego vê. A verdade é que qualquer cidadão de bom senso e que tenha acompanhado o processo da derrubada da pec do voto auditável, não confia nas urnas eletrônicas brasileiras. Não tenho dúvidas que teremos questionamentos em 2022.

  12. “mídia de aplicação do tipo pen drive, o que traz maior flexibilidade logística para os TREs na geração de mídias;” MERMÃO … tenho conhecidos que já trabalharam em eleições, no final do dia passam os caras recolhendo os tais pen-drives nas salas de votação, e somem, depois disso meu chapa, NINGUÉM SABE O QUE ACONTECEU COM OS VOTOS .. só os ministros, figuras “altamente confiáveis” …

  13. Vamos lá , 1 , 2, 3 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣😂😂😂😂😂😂😂😂😂ufa 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🐀🐀🐀🐀

  14. Se gastaram tanto dinheiro com essa nova geringonça, pq não colocaram logo a impressora ?
    Os argumentos de falta de tempo e de dinheiro que usaram contra o uso da impressora caem por terra !

      1. E isso seria inadmissível e altamente “ruim para os negócios”, se é q me entende rsrsss

  15. Depois que os ministros do STF e TSE “CHANTAGEARAM” os seus “BANDIDOS E CORRUPTOS DE ESTIMAÇÃO QUE INFESTAM O CONGRESSO NACIONAL” para não aprovar o voto impresso auditável nenhum brasileiro de bem acredita mais nas urnas eletrônicas e esta LAIA DE MILITANTES vai tentar de tudo para fraudar as eleições, simplesmente porque “O BOLSONARO ACABOU COM A MAMATA” e querem a volta da corrupção e da bandalheira que a esquerda implantou no Brasil.
    Simples assim.

  16. A inteligência das FAB precisam acessar as ENTRANHAS DO TSE.
    Não confio 100% na PF, que não impediu a paralização do SUPER COMPUTADOR nas eleições de 2020. Principalmente, por existirem “ALAS POLÍTICAS” a serviço do Moro e Xandão.

  17. Prá mim, tanto faz como tanto fez. É indiferente quem será eleito presidente dessa bagaça aqui, tanto faz. Vou votar NULO mesmo, então que se dane.

  18. PROPOSTA DE APERFEIÇOAMENTO QUANTO AO TESTE DE INTEGRIDADE DA URNA ELETRÔNICA

    Como é de conhecimento geral, a Proposta de Emenda Constitucional do Voto Impresso não foi aprovada pela Câmara dos Deputados. No entanto, existe a possibilidade de aperfeiçoar uma das etapas implementadas pelo Tribunal Superior Eleitoral para dar confiabilidade, ainda maior, ao resultado das eleições. Se faz necessário o conhecimento prévio de como se deu o teste de integridade da votação paralela realizada em 2018. É esse o contexto da presente proposta

    Muitos não sabem que a confiabilidade do resultado eleitoral, não precisa ser, necessariamente, com o voto impresso.

    A seguir, serão descritos dez procedimentos adicionais de como deve ser realizada a verificação de confiabilidade sobre o resultado das eleições. De se destacar que estas medidas podem ser implementadas para qualquer eleição futura, inclusive a próxima.

    A premissa mais importante a ser seguida é a de que a urna eletrônica não pode “saber” que ela está em teste de confiabilidade. Para que se obtenha um aumento sobre a auditabilidade da urna eletrônica, a inserção do voto simulado deve ser, sob a ótica daquele aparelho, exatamente, como a de um eleitor qualquer.

    Até que seja aprovado, em alguma legislatura futura, o voto impresso, são esses, os dez procedimentos para que o teste de confiabilidade do resultado eleitoral final, seja realmente eficaz, no dia da eleição:

    ● Primeiro: Algumas horas, antes do início da votação, sorteia-se, de forma aleatória, 2% das urnas eletrônicas, operadas em cada zona eleitoral, o que dá, aproximadamente, em nível nacional, dez mil urnas. Esse sorteio tem que se dar por meio não eletrônico, ou seja, com a utilização daqueles globos de bolas de madeira em jogos de entretenimento caseiro. Este é um requisito importante para que a ciência estatística garanta a confiabilidade do resultado final da eleição.

    ● Segundo: sorteadas, aleatoriamente, as urnas eletrônicas, os juízes eleitorais providenciam urnas paralelas completas, incluindo mecanismo extra de autorização de voto aos mesários, o qual se destina à votação do eleitor, com a garantia de sigilo ao seu voto. Esclarecendo, nas sessões eleitorais, que tiverem urnas, com procedimento de votação paralela, estarão presentes duas urnas, a original (a ser auditada), destinada a inserção de uma votação simulada de votos e outra, paralela, para a captação real dos votos dos eleitores.

    ● Terceiro: Inicia-se a votação nas sessões que tiveram urnas escolhidas aleatoriamente, da seguinte forma: Após o eleitor conceder duas vezes, a sua biometria, a mesa receptora de votos concede duas autorizações de voto, uma para a entidade civil (cuja participação resta definida no décimo procedimento), que vai inserir um voto aleatório na urna a ser auditada e outra, para o eleitor fazer a sua votação na urna paralela. É importante deixar este ponto bastante claro. Para cada uma das duas validações da biometria do eleitor votante, ocorrem dois movimentos dentro da sessão eleitoral: em um movimento, o eleitor se dirige à urna paralela para sua votação regular e, paralelamente, a entidade civil faz a inserção de um voto simulado na urna original.

    ● Quarto: Os mesários ficarão encarregados de registrar, em planilha manual, fornecida pela Justiça Eleitoral, quais foram os votos inseridos, aleatoriamente, pela entidade civil. Além disso, a entidade civil deverá providenciar régua ou “T” elétrico, cabo de extensão de energia, tripé de fixação e uma câmera para filmagem, em baixa resolução, da tela da urna eletrônica original, objeto de teste de integridade. A câmera, inclusive, pode ser um simples smartphone e com cartão de memória suficiente para a gravação em baixa resolução.

    ● Quinto: sempre de forma contínua, será realizada a filmagem de todo processo, que deve se iniciar com imagens do número da sessão eleitoral, fixado na entrada da porta, de seus mesários, da emissão da zerézima, indo para a fixação da câmera no tripé para a filmagem da tela da urna auditada. Em seguida, será filmada a inserção dos votos simulados. Por fim, a planilha de votos simulados e o registro dos dados constantes nas totalizações do Boletim de Urna (BU), gerado ao final da votação pela urna auditada. Concluindo a filmagem, repetem-se, as gravações dos mesários e o número da sessão eleitoral.

    ● Sexto: como a premissa maior é a de que a urna eletrônica jamais possa saber que está sob votação paralela, deve ser vedado ao TSE a inserção de quaisquer códigos de controle, que não sejam as próprias captações das duas biometrias do eleitor, uma para a inserção simulada dos votos pela entidade civil na urna a ser auditada e, outra, para a votação regular do eleitor na urna paralela.

    ● Sétimo: ao final da votação, com a planilha em mãos, os mesários, em conjunto com os representantes da sociedade civil e dos Partidos Políticos, providenciam a totalização manual dos votos inseridos pela entidade civil, os quais devem bater com os constantes no BU. Se não houver divergência, a urna estará funcionando exatamente como deveria funcionar. Se houver divergência, podem ocorrer três situações, ou houve registro errôneo no lançamento da planilha pelo mesário, ou a urna apresentou defeito de funcionamento em um certo período (perda de energia/bateria), ou, no pior caso, a possibilidade de que o código fonte foi, de alguma forma, fraudado.

    ● Oitavo: onde houver divergência entre a totalização dos votos simulados inseridos e a do BU, o arquivo de filmagem é transferido para o juiz eleitoral da zona eleitoral, ficando uma cópia para a entidade civil e para os representantes de partidos. A urna é lacrada para investigação posterior, em conjunto com a ata da mesa receptora, que deverá registrar o ocorrido, bem como a planilha de inserção de votos simulados.

    ● Nono: com base no princípio da transparência, os Partidos Políticos poderão realizar filmagem paralela das telas das urnas eletrônicas originais, em ângulo diverso ao das entidades civis, inclusive, com a sua transmissão ao vivo, por meio de serviços de streaming de vídeo como o YouTube.

    ● Décimo: antes das eleições, a Caixa Econômica Federal cadastrará as entidades civis interessadas em participar da inserção de votos simulados e da filmagem do voto auditável, realizando sorteio, por zona eleitoral, nos mesmos moldes seguidos nos seus sorteios de jogos. Não havendo número de interessados suficiente para os 2% de urnas a serem sorteadas, será aberto novo cadastramento e novo sorteio para qualquer eleitor interessado, desde que esteja vinculado a sua própria zona eleitoral. Persistindo a insuficiência, mesários ficarão encarregados da inserção dos votos simulados, porém, sem filmagem.

    Seguindo-se, rigorosamente, estes dez procedimentos, poderemos ter a garantia de que 95% do resultado das eleições, com 1% de margem de erro, corresponda, de fato, à realidade.

    Importa mencionar que, retiradas as constatações de que a urna parou de funcionar, ou de que houve, por parte do mesário, falha de lançamento da inserção dos registros de votos simulados em sua planilha, ou de que houve falha na totalização dos votos simulados pelos mesários, ou que houve inserção errônea do próprio voto simulado – todas essas ocorrências serão verificáveis pela filmagem realizada – o que restará é, sim, a possibilidade de fraude no software interno da urna, que é o que interessa saber aos eleitores em geral.

    Neste último caso, o TSE, em conjunto com os Partidos Políticos e os peritos da Polícia Federal, devem aprofundar as investigações para saber o que realmente houve. Quinze dias depois da eleição, o TSE anuncia em quais e quantas urnas, objeto de voto auditável, houve divergência entre a inserção de votos simulados e os respectivos BU’s, incluindo as respectivas causas.

    Caso se constate um percentual, acima de 5% (cinco por cento) em fraude no software interno da urna, resta caracterizada violação de confiabilidade no sistema eleitoral de votação eletrônica como um todo e novas eleições devem ser realizadas, com a utilização de cédulas de papel.

    Em um universo de, aproximadamente, 500.000 urnas eletrônicas, precisamos usar a Estatística como Ciência e como instrumento de confiabilidade ao resultado final das eleições.

    Com o passar dos anos, basta aumentar o percentual de urnas auditáveis, em votação paralela, para 3%, 4% e 5% por cento, de forma a incrementar a confiabilidade do resultado eleitoral para 98% ou 99%, com reduzidas margens de erro.

    Não podemos deixar de mencionar que essa ideia não se sujeita ao Princípio da Anualidade no processo eleitoral porque diz respeito a mero procedimento eleitoral, sem voto impresso, e, melhor, não precisa de aprovação por meio de proposta de emenda constitucional. Aliás, ela pode ser implementada pelo próprio TSE, se forem seguidas rigorosamente, reiteram-se, de forma resumida, estas três premissas:

    1) a de que a urna não possa “saber” que está sendo objeto de teste de confiabilidade;

    2) a de que o eleitor tem que “emprestar” a sua biometria, duas vezes, para a inserção da votação simulada pelas entidades civis ou pelos cidadãos sorteados pela Caixa; e,

    3) de que o sorteio dos 2% das urnas eletrônicas sejam realmente aleatórias, ou seja, por meio da utilização de dispositivos não eletrônicos.

    De se mencionar, que a votação paralela, realizada em 2018 pelo TSE, não atendeu a nenhuma daquelas três premissas e com as sugestões ora mencionadas se espera que as urnas eletrônicas possam ser aperfeiçoadas.

    Ricardo Luiz Rocha Cubas, é Auditor do Tribunal de Contas da União, Advogado e formado em Ciências da Computação pela Universidade de Brasília (Nota: todas as considerações deste artigo não representam o posicionamento do TCU sobre o tema).

    1. O problema Ricardo é quando encontradas as diferenças apontadas, terá que haver nova eleição. Para que isso, se o voto impresso instalado em todas as urnas, além do próprio eleitor AUDITAR seu voto sabendo que ele estará contido nas urnas eletrônicas e nas do voto impresso, serão necessariamente auditadas por amostragem por auditores independentes com sorteio de urnas de todo o pais. Caso encontradas divergências ou se solicitas por perdedores por pequena margem, faz-se recontagem geral e o resultado será o apurado nas urnas dos votos impressos. Só Barroso não entende de auditoria e afirma enorme FAKE quando sua interprete a ativista Ludmila afirma que as urnas eletrônicas são auditáveis, em todos os meios de comunicação, utilizando nossos recursos públicos.

  19. Não vi nenhuma mudança para segurança e sistema auditável, pelo contrário, só preocupação com maior velocidade e mais modernidade 🙄 e pior, já vimos essa história de pendrive nas eleições fraudulentas dos EUA no ano passado, dizem que não tem acesso a internet mas tem pen drive que levam os dados para locais que acessam a internet e ficam no controle de poucos técnicos que são do próprio TSE! Como confiar? E tudo isso nas mãos desses $inistro$ que a gente confia menos ainda!

  20. Isso é apenas pra dizer após a fraude que estas urnas masi novas são totalmente seguras e não sofreram nenhum tipo de ataque….Cuidado Presidente Bolsonaro

  21. Como já disse o especialista, nada mudou.

    Apenas maquiaram ($$) o problema sem realmente abordá-lo (auditaram as máquinas antigas que foram descartadas?). O problema não é só a máquina. Todo o sistema parece ter sido montado para ter as fragilidades que tem. O voto impresso auditável, pelo menos, desestimularia a exploração dessas fragilidades, mas foi ferozmente, e incompreensivelmente, demolido por autoridades do Judiciário, o que fortaleceu a suspeita de que o Sistema Eleitoral, como um todo, é uma fraude. É impossível confiar em um Alto Judiciário enviesado ideologicamente e fora do alcance dos instrumentos investigatórios normais do Estado. Estamos nessa situação.

    E mais um indício de que há algo muito errado: as ameaças do Judiciário e do Ministério Público de perseguir quem ousar questionar o sistema. Para mim, isso vale como confissão.

    Legitimidade tem a ver com grau de confiança. Qual a legitimidade da nossa democracia?

  22. Fiquei confuso.
    Lembro que o argumento para implementar o sistema de auditoria pela impressão do voto era o custo.
    Toda essa mudança estética que fizeram no novo modelo não deveria ter a mesma barreira? Se há orçamento para a mudança cosmética, porque não foi aplicado em implementações que garantam a auditoria voto a voto?

  23. Essa urna, assim como aqueles que comandaram a presidência do TSE, não possuem qualquer legitimidade ou moralidade com o povo brasileiro que pensa e raciocina. É uma piada, no mínimo, achar que a palavra deles serve como mera garantia, mesmo após o relatório da PEC do voto auditável, o hacker que ficou 2 anos no sistema do TSE e o relatório inconclusivo do PSDB quanto à eleição de 2014.

    Nosso voto nunca valeu nada, porém, apenas agora isso ficou claro. É uma pena que sigamos nos sujeitando e submetendo às vontades dessa elite torpe que comanda o Brasil.

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