O governo Lula anunciou a ampliação da Tarifa Social de Energia Elétrica, que promete isenção total na conta de luz para mais de 15 milhões de famílias de baixa renda. A medida, instituída por meio da Medida Provisória nº 1.300/2025, entra em vigor em julho e prevê gratuidade nos primeiros 80 kWh consumidos por mês.
Embora apresentada como um alívio ao orçamento das famílias mais vulneráveis, a iniciativa tem gerado críticas: o custo de R$ 4,4 bilhões será repassado aos demais consumidores por meio de reajustes na tarifa e aumento nos subsídios do setor elétrico.
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O discurso oficial fala em “justiça tarifária” e proteção aos mais vulneráveis. Mas a realidade esconde mais do que aparece nas campanhas publicitárias. A MP altera a Tarifa Social, criada em 2002 no governo FHC, e amplia significativamente os benefícios: a partir de julho, os primeiros 80 kWh consumidos por famílias inscritas no Cadastro Único serão isentos de cobrança, exceto pelas taxas adicionais como ICMS e iluminação pública.
Governo é incapaz de bancar a conta de luz dos mais pobres
O problema? O governo não vai bancar nada disso. Em reportagem publicada na Edição 273 da Revista Oeste, a repórter Rachel Díaz mostra que o custo da conta de luz mais barata será absorvido por todos os outros consumidores — inclusive os mais pobres que ficaram fora dos critérios do programa.
Economistas alertam para os efeitos dessa medida no bolso do brasileiro: como a energia elétrica é insumo essencial em praticamente toda a cadeia produtiva, o repasse do aumento pode pressionar ainda mais a inflação. Indústrias devem sofrer com elevação de custos, e produtos básicos, como pães e leite, devem ficar mais caros. A própria energia, que já subiu 45% acima da inflação desde 2010, tende a pesar ainda mais nas despesas mensais das famílias.
Além disso, a proposta chega ao Congresso em meio a polêmicas. Recebeu mais de 600 emendas e gera desconforto até mesmo entre parlamentares da base. Ainda assim, a avaliação interna no Planalto é de que poucos se arriscariam a derrubar uma medida que promete zerar a conta de luz de milhões de famílias vulneráveis.
Quer entender o que está por trás dessa nova jogada do governo? Quais os reais impactos econômicos e políticos? Como influenciadores e especialistas reagiram à tentativa de transformar a Tarifa Social no grande programa social do terceiro mandato de Lula?

A Revista Oeste investigou os bastidores, ouviu economistas, entrevistou influenciadores e mergulhou nos números que o governo prefere esconder. Acesse agora a reportagem completa e descubra por que essa “gratuidade” pode custar caro para os brasileiros.
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O descondenado está tirando o dinheiro de quem ele sabe que não vota nele para dar para quem ele acha que tavez vote nele.
Corte esses ministérios sem função, duplicados, triplicados até. Acabe com a gastança desenfreada. Pare de fazer graças com o dinheiro público. Corte, corte, corte e corte os desperdícios.
A incompetência dessee governo é uma coisa difícil de ser absorvida pelos seus seguidores até!
Fora Lula, Fora Haddad, fora bando de hipócritas enganadores!
Vocês estão desacreditando o Brasil!
Mais um ato de um “gestor” que demonstra incapacidade administrativa, sem conhecimento dos efeitos extensivos de uma medida irresponsável que afeta toda a cadeia produtiva. Um ato que afetará também a população inteira, além disso, que incitará aos contemplados pela gratuidade ao consumo incontido. Volto lá para o começo. Essa desgraça vem lá na caneta de uma toga que tiraram esse senhor da cadeia, mesmo sabendo do seu potencial inconsequente e irresponsável. O segmento produtivo brasileiro que sustenta a máquina pública não merece mais um golpe de alguém que ainda deveria estar na cadeia.