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CPI da Covid ouve hoje representante de suposta intermediadora de vacinas

Empresa teria oferecido imunizantes contra a covid-19 da AstraZeneca em um contrato superfaturado
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Cristiano Carvalho, representante no Brasil da empresa Davati Medical Supply, presta depoimento nesta quinta-feira, 15, na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19. A companhia entrou na mira da CPI depois de o policial Luiz Paulo Dominghetti, que afirma ser funcionário da empresa, ter dito que em fevereiro deste ano o então diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias, pediu propina em troca da assinatura de um contrato para compra de vacinas da AstraZeneca. Os produtos seriam superfaturados.

Senadores devem questionar Cristiano Carvalho sobre supostas tratativas da Davati com o Ministério da Saúde para fornecimento de imunizantes contra a covid-19, se houve pedido de propina em um jantar e acerca das negociações com o reverendo Amilton Gomes. Denúncias apontam o religioso como um dos responsáveis pelas negociações de 400 milhões de unidades do produto da AstraZeneca. Em nota, a farmacêutica sustenta que negocia diretamente com governos e acordos internacionais, como o Covax Facility.

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Leia também: “Circo Parlamentar de Inquérito”, reportagem publicada na Edição 61 da Revista Oeste

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4 comentários

  1. Querido Cristiam: plagiando o Fiuza eu gostaria de manifestar nessa missiva algo muito sério. O governo já anunciou que não vai gastar nenhum tostão com a Covaxin e também deixará de adquirir a Spunik. Ou seja, salvo melhor juízo, a CPI está totalmente esvaziada e continua de forma irregular, ilegal e merecedora de investigação para cassação dos seus três supremos senadores. Nesta fase, há nítida confirmação de que houve uma negociação no âmbito privado na qual os vendedores e representantes comerciais do laboratório indiano fracassaram em seu propósito de vender vacinas até mesmo com atitudes supostamente ilegais. Negociaram com um “fucnionário”, ou seja, no máximo deveria acontecer uma auditoria interna no MS e uma comissão administrativa de inquérito no órgão onde o funcionário trabalha. Poderemos ter também a intervenção do CADE ou da Justiça do Trabalho ao final. O laboratório indiano certamente tomará providências contra seus representantes e empregados no Brasil. Movimentar o senado da república para uma ação interna de empresa privada é o máximo da incompetência. Gostaria que tivesse uma CPI especial para investigar porque a Quitanda do Zé vende mais caro do que Fruteira do Mané.

  2. Para desmascarar essa CPI dos cangaceiros, sobre essa fajuta proposta de venda de 400 milhões de vacinas ASTRAZENECA inexistentes com propina de U$1 dolar por unidade, o senador Fernando Bezerra finalmente informou o que poucos sabiam, que o custo da vacina ASTRAZENECA produzida pela Fiocruz custa-nos pouco mais de US$ 3,16 e se importada da Índia US$5,25 por unidade e portanto destrói esse circo.
    O presidente do Senado se for sério tem que encerrar essa CPI, e fazer esse CONGRESSO trabalhar pelas reformas e pelo VOTO IMPRESSO.

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