Edição de arte Oeste | Fotos: Shutterstock

Circo Parlamentar de Inquérito

Oeste apresenta o cotidiano da arena de bobagens montada em Brasília para manter a pandemia na crista do embate eleitoral de 2022

Faltavam poucos minutos para as 9 horas da última quarta-feira, 19, quando o apresentador da TV Senado anunciou a exibição das primeiras imagens ao vivo da esperada sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid destinada a ouvir o ex-ministro da Saúde general Eduardo Pazuello. Comandante do “ministério-vidraça” de Jair Bolsonaro no período mais agudo da crise sanitária, ele chegou ao Congresso naquele que boa parte da mídia mainstream já classificava desde a véspera como “o dia D da CPI”, “o mais tenso para o governo”, entre outras terríveis previsões dos seus comentaristas — alguns questionavam se o xerife da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), iria mesmo mandar prendê-lo se não estivesse protegido por um habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Dias antes, Renan havia sacado o distintivo contra o ex-assessor do governo Fábio Wajngarten, ato que levou a massa antibolsonarista ao êxtase e rendeu manchetes e capas de revistas dias a fio. No plenário da CPI, equipado com chapas acrílicas de proteção nas bancadas e tubos de álcool em gel, Renan ajeitou a placa que deveria levar sua identificação, trocada propositadamente com o placar das mortes da covid — na quarta, o alagoano era o senador 439.379. O presidente do colegiado, Omar Aziz (PSD-AM), anunciou a abertura dos trabalhos. Respeitável público, vai começar o espetáculo!

9 horas
Pazuello surpreende e fala (muito)
A grande questão que agitou a bolsa de apostas dos parlamentares e dos analistas da CPI foi dirimida logo na primeira fala do militar, que escolheu para o dia uma gravata com listras verdes e amarelas em lugar da farda. O ex-ministro não só respondeu a todos os questionamentos, como suas respostas irritaram desde o primeiro minuto a Renan, para quem ele foi prolixo e escapista. Mais: Pazuello lançou mão de um discurso de apresentação de 40 minutos, no qual narrou sua trajetória desde o colégio militar na infância à Academia das Agulhas Negras, com menções saudosas aos pais — uma gaúcha da fronteira de Bagé e um paraibano judeu.

10 horas
A estrela do espetáculo entra em cena
Para quem acompanha diuturnamente as apresentações teatrais do escrete da CPI, a impaciência do relator 439.379 e de Omar Aziz com as falas do ex-ministro pôde ser notada desde as primeiras horas. Uma das características do seu interrogatório é repetir perguntas em contorcionismo retórico até fisgar a resposta que se encaixe na conclusão que parece estabelecida antes mesmo de a comissão começar a funcionar — em entrevistas, Renan afirmou que pretende culpar o governo pela condução das políticas públicas na pandemia. A expressão “Vamos ser mais objetivos” foi certamente a mais utilizada.
— Vossa excelência está aqui para responder às perguntas dos senadores, e para muitas delas basta um “sim” ou um “não”. Quando a gente fala muito e não consegue explicar nada, fica difícil para a gente ficar ouvindo — reclamou Aziz.
— Está compreendido, senador — assentiu o militar.

Espécie das mais sofisticadas na rapinagem política em atividade, Renan parece satisfeito com o papel de protagonista depois de um longo calvário no banco dos réus das manchetes — em 2007, ano em que caiu da cadeira de presidente da Casa para não ter o mandato cassado, por exemplo, estampou cinco capas da revista Veja de maio a setembro. Ex-defensor de sessões secretas na Casa, ele agora monitora as transmissões pela internet e faz perguntas enviadas pelos seus seguidores nas redes sociais.

11 horas
Hora de subir a temperatura
No final da manhã, portais de notícia, rádios e telejornais em aquecimento precisam de uma manchete inicial para começar o fuzilamento do general. E Renan já havia conseguido duas: Pazuello negou ter recebido ordens diretas de Jair Bolsonaro nas ações de enfrentamento da pandemia (na imprensa, leia-se: ele “blindou” o presidente) e uma resposta ríspida ao relator renderia algo como “Ex-ministro parte para confronto com o relator”. Mas ainda era pouco: diante da enorme expectativa pelo depoimento — que deveria ter ocorrido no dia 5, mas foi adiado porque o general teve contato com infectados pelo coronavírus às vésperas e precisou resguardar-se em quarentena —, já era tempo da primeira troca de farpas ao vivo. O tema foram supostas reuniões entre o ex-chefe da Saúde e a farmacêutica Pfizer, produtora de vacinas.
— Por que não tomou o comando e o protagonismo dessa negociação com a Pfizer? — disse Renan.
— Pela simples razão de que eu sou o dirigente máximo, eu sou o decisor, eu não posso negociar com a empresa. O senhor deveria saber disso.
A maranhense Eliziane Gama (Cidadania) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP) — nervoso, ele tem dificuldade com decibéis — quase saltaram das cadeiras em rodopio:
— Isso é desrespeito, presidente!
Renan olhou para o celular e lembrou-se da audiência nas plataformas de streaming de emissoras e dos portais de notícias:
— Estamos sendo acompanhados pelo Brasil inteiro!

12 horas
Sobre o Covidão nos Estados, não!
Há um momento crucial nas sessões: quando as oitivas enveredam para além do governo Bolsonaro, é o caso de freá-las — só na CPI, dois integrantes são pais de governadores: o filho de Renan administra Alagoas, e Jader Barbalho (MDB) é o pai de Helder, no Pará. Até agora, nenhum depoente, seja ele político, empresário ou lobista, foi ouvido sobre o “Covidão”. Já quase na próxima hora cheia, depois que a bateria do relator perdeu a energia, Aziz derrapou e por muito pouco não comprometeu o acordo velado entre os seus pares para impedir que a investigação siga os bilhões da União destinados aos demais entes federativos:
— Os gestores desses Estados e municípios, vendo essa experiência no Amazonas, por que eles não se prepararam para isso?
— Deveriam ter se preparado — disse Pazuello.
O petista Humberto Costa (CE) percebeu a barbeiragem e entrou em ação:
— Para corrigir aqui, já temos o acesso a um inquérito do Ministério Público que trata de Manaus, e a informação é de que o Ministério da Saúde foi informado da iminência de falta de oxigênio em janeiro.
Pazuello resolve, então, falar sobre o tema:
— Deixa eu dizer para o senhor. Isso causou toda essa confusão, foi na leitura do e-mail que a White Martins mandou para… Esse e-mail, eu também tenho aqui, eu vou lhe passar, é o e-mail que foi mandado para a Secretaria de Saúde do Estado do Amazonas…
Mas Aziz achou melhor encerrar o diálogo:
— Não precisa responder porque esse processo está sob sigilo. Eu espero que a gente não toque mais nesse assunto aqui. Vamos passar essa parte.

13 horas
O “pixulé” e a campainha
No picadeiro da CPI — qualquer CPI, porque quase nenhuma terminou em algo sério —, uma das cenas favoritas do público é o faroeste engravatado. Quem assiste aos vídeos aguarda ansiosamente pelo momento do dedo em riste, sempre interrompido pela clássica campainha — esta, aliás, uma espécie de despertador de que o show está em curso. Na quarta-feira, o duelo foi entre Luis Carlos Heinze (PP-RS) e Omar Aziz sobre recursos da União transferidos ao Amazonas.
— Você não está falando a verdade, rapaz! É um mentiroso! — disse Aziz.
— Não me chame de mentiroso! Não sou! Não sou! Vou lhe mostrar agora! — reagiu o gaúcho.
As notas taquigráficas da sessão registraram assim:
Tumulto no recinto. Campainha.


Sete minutos depois, de volta aos microfones, Renan quer saber de Pazuello o que ele quis dizer com o termo “pixulé”, utilizado quando era ministro. Ele explicou:
— É porque eu morei muito tempo no Rio de Janeiro, e a gente tem algumas palavras que saem. Todo final de ano é normal ter recursos não aplicados em projetos e programas. Então, se você tem um programa que tem R$ 100 milhões e aplicou R$ 92 milhões… Então, você tem saldos não aplicados. Chega no final do ano, começa prefeitura, começa hospital… Não tem nada aí de ilegítimo, mas são as sobras…
— Ao falar em “pixulé”, quis citar alguém?
— Claro que não! Se eu quisesse citar, teria citado.
Enquanto isso, Heinze foi às redes sociais.

14 horas
Ajuda dos universitários
Com cinco horas transcorridas de depoimento, as sirenes das agências de checagem nas redações já estavam a mil. Era hora de incluir nos títulos que, aqui ou ali, de um jeito ou de outro, Pazuello mentiu à CPI — e, como isso pode ser imputado como crime lá na frente, nada melhor do que a “polícia da notícia” chamar a atenção do xerife Renan desde já. Um giro rápido pelos portais tradicionais na internet aponta de quatro a dez “informações falsas” e devidamente marcadas com o selo de quem ostenta ter o monopólio da informação. A sessão é suspensa para o lanche — é servido sanduíche com frios, suco, café e frutas.

15 horas
Precisamos falar sobre a cloroquina
Às 15h11, Randolfe Rodrigues, vice-presidente e autor do requerimento da CPI, assume o comando para a reabertura do espetáculo. O próximo a elaborar perguntas é o petista Humberto Costa, ainda irritado com a informação de que circula no Twitter um meme no qual ele cita “a fronteira do México com o Brasil” numa fala na CPI — apenas um lapso por confundir Donald Trump com Jair Bolsonaro, argumentam os petistas em mexericos, “deve ser coisa do gabinete do ódio”. A bronca da vez é com o descumprimento do uso de máscara — Pazuello foi flagrado em um shopping center sem máscara, embora o alvo sejam as aglomerações promovidas por Bolsonaro. Quem pega carona na cena é Tasso Jereissati (PSDB-CE), chamado pelos jornais do país de “Joe Biden brasileiro”. Além das máscaras, ele quer levantar a bola para o assunto predileto da turma: a cloroquina. O áudio falha, já que o tucano participa por meio de videoconferência de casa, e nada fica muito claro. Aí surge novamente a maranhense Eliziane Gama, sobre Manaus:
— Mas o senhor tinha conhecimento de que estava indo hidroxicloroquina e não o oxigênio, que era a necessidade premente do momento?
Vamos para a próxima hora.

16 horas
Apagam-se as luzes
Alertado pelos colegas de que fora iniciada a ordem do dia no plenário, o que retira regimentalmente a prioridade das transmissões das comissões pela TV da Casa, Omar Aziz faz um alerta ao elenco:
— Foi cortada a sessão daqui. Acho melhor a gente suspender, depois a gente volta.
Renan Calheiros dá a palavra final, fora do microfone (as notas taquigráficas, contudo, registraram):
— É a melhor providência.

17 horas
Cenas dos próximos capítulos
Nesse intervalo da sessão, surge o break news do dia: o ex-ministro teria passado mal na antessala da comissão e foi socorrido pelo senador Otto Alencar (PSD), que é médico. O Twitter explode em hashtags. A sessão seria retomada no dia seguinte. No estacionamento do Congresso, porém, Pazuello negou aos repórteres ter sentido mal-estar. Marcos Rogério (DEM-RO), aliado do Palácio do Planalto, foi ao Twitter esclarecer.

Quinta-feira 20 – Dia 2
O público pediu e teve bis
De volta ao palco no início da manhã, depois de uma exaustiva sessão, Eduardo Pazuello foi informado de que enfrentaria perguntas de mais 23 senadores. Sim, 23, porque, além dos 11 titulares e 7 suplentes, outros parlamentares sempre conseguem uma ginástica regimental para pegar carona nos holofotes — a manobra da vez nessa comissão é argumentar que a bancada feminina tem pouco espaço de fala, ainda que, proporcionalmente, elas sejam 12 em 81 na Casa. Quem roubou a cena logo no início foi o escudeiro do governo Marcos Rogério, ao exibir por meio de um tablet um vídeo no qual governadores críticos ao presidente avaliavam positivamente, no começo da pandemia, o uso da cloroquina contra a covid, entre eles João Doria (PSDB-SP), Wellington Dias (PT-PI), Renan Filho (MDB-AL) e Helder Barbalho (MDB-PA). Como citar governadores é assunto proibido, houve nova troca de farpas, só resolvida pela campainha. Durante a bagunça, o primogênito dos Bolsonaro, o senador Flávio (Republicanos-RJ), sugeriu que o pastor Silas Malafaia fosse convocado já que a comissão quer ouvir alguém com quem o presidente mantém contato frequentemente. Otto Alencar ainda tentou sabatinar o ex-ministro sobre seus conhecimentos médicos e o criticou por não ter feito um curso intensivo sobre doenças virais quando assumiu o cargo. No mais, até o apagar das luzes, às 17h05, o espetáculo cumpriu rigorosamente o roteiro.

Em cartaz
Extras
Do lado de fora do plenário da CPI, ainda restam as entrevistas no chamado “cercadinho da imprensa”, instalado no corredor e devidamente preparado para que os detetives da covid com mandato, por ordem de chegada, anunciem a próxima atração: na terça-feira 25, estará em cartaz o episódio “Capitã Cloroquina” (como foi apelidada a depoente Mayra Pinheiro, secretária da pasta da Saúde).

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42 comentários

      1. É impressionante a agressividade e falta de respeito desses parlamentares de esquerda com os depoentes e até mesmo com os seus pares!!!

      1. Alguns senadores,Renan e Aziz se deram mal, não conseguiram o que tanto desejavam:destruir Bolsonaro com ataques grosseiros e muita falta de educação.Pazuello respondeu com coerência os fatos e contextualizou os diversos momentos da pandemia.Ja estamos há mais de um ano lidando com um vírus desconhecido,muitas abordagens diferentes entre médicos especialistas.Por exemplo algumas vacinas não são tão eficientes, conheço pessoas que contraíram a doença,mesmo depois da segunda dose,cumpriram todos os protocolos (Corona vac). Não foi tão leve como nos contaram,meu ex marido está internado há uma semana respirando oxigênio direto.Quando tomei a segunda dose a enfermeira do posto do Butantã,deixou bem claro que os cuidados eram os mesmos de quem não havia tomado.Um quebra cabeça difícil de resolver.

      1. Exato. Algum senador deveria ir com uma placa de quantos dias os processos ou inquéritos contra o Renan estão parados no STF!

  1. resumão .. nenhum crime revelado, a não ser os suspeitissimos usos da monstruosa verba que vamos bancar, por parte dos governadores e prefeitos .. E a evidencia dos incontáveis crimes cometidos pelos senadores à logica, à educação e compostura, aos fatos e aos verdadeiros e legítimos motivos que podem justificar uma CPI .. teve de tudo …

    1. Ô MARCELO; NÃO FORA ESSE TAL DE STF, ESSA GENTALHA PORCA, INDECENTE E CORRUPTA, ESSES VERMES RASTEJANTES, TODOS JÁ ESTARIA NA CADEIA !!! ENTRETANTO, OS IGUAIS SE ATRAEM … VAI DAÍ QUE … ACORDA BRRRAAASSSIIILLLL

  2. O “relator” tenta, doentiamente, conduzir ou induzir os inquiridos a se contradizer e quer enfiar goela abaixo deles o que premeditou ouvir. Inconformados com as respostas, o “relator” e outros inquisidores, agridem e mentem, ferindo a honra dos inquisitados. A continuarem assim, merecem ser enquadrados no disposto no Código Penal, artigos 138, 139, 140 e 299. Porém, as prerrogativas e o foro privilegiado, os mantém protegidos, além de contar com atitudes protelatórias indefensáveis de certos conhecidos ministros da corte, que resultam na impunidade…

  3. Excelente a narrativa dessa sessão de CPI. Isso prova o absurdo do conluio STF x oposição , e principalmente o despreparo dessa quadrilha no desejo de voltar ao poder…

  4. Esses 3 metralhas circenses (Aziz, Randolfe e Renan) poderiam ter um gesto digno, dar por encerrada essa palhaçada no senado Federal (se transformou num picadeiro) entrar em modo stand bay e esquecer q um dia formaram esse teatro amador. Acho q com isso conseguiriam o q desejam, serem reeleitos em seus estados e por tabela dariam um descanso ao Brasil.

  5. Alguém tem dúvidas que o #renanvagabundo tá fazendo caixa. Vai vender o relatório pela melhor barganha política que encontrar.

  6. Excelente texto. Daria uma excelente peça de teatro, uma legítima tragicomédia.
    Como diria um certo deputado….”Que Deus tenha misericórdia desta nação”.

    1. Agressividade, arrogância, insultos, falta de respeito, distorção, tudo isso está nessa CPI! Relatório pronto desde antes do início dos trabalhos, como um roteiro, só os espaços em branco para confirmar a narrativa com perguntas tendenciosas e respostas forçadas. Vimos senadores com currículos de bandidos, outros com ódio nos olhos, tentando chegar ao presidente. Objetivo é prender o presidente. Claro e nítido. A imprensa abutre lá fora tentando comer a carcaça dos depoentes. Circo de horrores. Uma vergonha!

  7. É humor infantil, do tipo dos trapalhões onde Renan interpreta Dedé-trapalhão. O pior dessa CPI ridícula é não conseguirem sequer focar o problema: o Covidão e o desvio de dinheiro enviado pelo governo federal. Calheiros tem histórico de ser protagonista nesse assunto, a exemplo do vexame que foi o processo de impeachment de Dilma Roussef.

  8. Um título que sugiro para os colunistas da revista: “a torpeza da imprensa”…. Veja os jornais de outros estados, como no RS. Editoriais manipuladores que omitem informações importantes dadas pelos depoentes (contra e a favor do governo) e só falam sobre a blindagem do presidente feita pelo ex-ministro. Nada falam sobre outros pontos importantes e nem procuram saber o que ele quis dizer sobre responsabilidades “de todos os níveis”. Quem conhece um pouco de administração pública e privada e seus organogramas e sistemas organizacionais sabe muito bem que o pessoal de Brasília não sabe o que é um almoxarifado, nem um departamento de compras e que não existe “oxigênio de graça”. E também não sabe que a administração pública funciona tudo na base do que está escrito em portarias, normas internar e legislação. Aliás, como era no governo anterior tudo se fazia sem olhar leis e garantias constitucionais. Vão fazer relatório sem ouvir prefeitos, governadores, secretários de saúde, diretores de hospitais e empresários do setor de insumos e equipamento para a saúde. Seria importante que a CPI fosse também uma análise do que é o setor de saúde faz tempo.

  9. A incompetência e a falsidade de parte dos “(in) ceneradores” da democracia e da liberdade, para proveito próprio e vivência permanente de recursos públicos e mordomias, demonstra a fragilidade do sistema politico e judiciário do país. Inaceitável e absurda a gastança de recursos públicos com uma Comissão da vergonha nacional. Não há uma CPI de fato, mas uma bagunça programada para esconder a corrupção! Sem-vergonhices com os gastos dos pagadores de impostos.

  10. Recomendo ao bom jornalismo da revista oeste que produza e publique matéria sobre a letalidade média geral e casos graves para pacientes internados em instituições privadas (incluindo Prevent Senior, e as instituições públicas estaduais e municipais, especialmente em São Paulo, centro de referência médica e hospitalar do país. Com os vultosos recursos federais destinados ao Estados e Municípios, não há justificativa para a letalidade muito superior no serviço público. Entendo que essa matéria deveria ser encaminhada ao Senado Federal para demonstrar quem são os verdadeiros genocidas neste país.

  11. O pior é que ainda escuto muita gente, “informada” pela velha mídia, com ódio ao governo Bolsonaro, querendo chutar a TV ao escutar o general “mentindo”.
    Mesmo com as manifestações de apoio ao presidente ainda temo pelos votos desse povo manipulado com maestria.

  12. Nós, brasileiros honestos, estamos nauseados com a CPI do circo e com as falsidades espalhadas pelo País pelos esquerdopatas , aí incluído o STF. Não aguentamos mais ouvir tanta barbaridade, tanta atrocidade, tanto desrespeito pelo nosso povo e pelo País. Que Deus nos ajude a suportar tanta maldade, tanta desonestidade, tanta falsidade!

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