O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Instituto Nacional do Seguro social (INSS), senador Carlos Viana (Podemos-MG), trabalha com a possibilidade de prorrogar os trabalhos da comissão por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
Caso o prazo não seja estendido, a leitura de um relatório parcial deve ocorrer já na próxima semana. A CPI tem previsão de encerrar as atividades até o fim de março. O último dia de sessão está marcado para a quinta-feira 26. Sem prorrogação, o colegiado deve concluir os trabalhos no sábado 28.
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Viana afirmou que já ajustou a estratégia com o relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), diante da expectativa de maior prazo. O senador entrou com mandado de segurança no STF com pedido de até 120 dias de extensão, mas avalia que 60 dias seriam suficientes.
Convocações para a CPI do INSS serão votadas na quinta-feira

O pedido será analisado pelo ministro André Mendonça. Segundo Viana, a definição do relator aumentou a confiança na prorrogação. Se a decisão do STF sair durante a leitura do relatório, o senador disse que pretende suspender a sessão para anunciar um novo calendário.
Nesta quinta-feira, 19, a CPI deve votar convites ao ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto e ao atual chefe da autoridade monetária, Gabriel Galípolo. Também está prevista a votação do pedido de compartilhamento de informações da quebra de sigilo de Fabiano Zettel, ligado ao caso do Banco Master.
Segundo Viana, se houver prorrogação, novas convocações devem ser incluídas na pauta.
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