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Política

Da prisão, Chiquinho Brazão diz que vai provar inocência e que vai pedir retratação

Parlamentar é acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista

Chiquinho Brazão
O deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ) durante seu pronunciamento no Conselho de Ética da Câmara nesta quarta-feira, 24 | Foto: Reprodução/YouTube

Durante a sessão desta quarta-feira, 24, do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, o deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ) usou três minutos para falar à distância. Ele está preso desde 24 de março, acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes.

No colegiado, que analisa uma representação do Psol para cassar o mandato de Chiquinho Brazão, o deputado disse ser inocente, que provará isso e pediu que, quando isso acontecer, que os parlamentares se retratassem. Nesta semana, o presidente do Conselho de Ética escolherá um relator para o caso de cassação.

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“Sei da seriedade do crime ocorrido”, disse Chiquinho Brazão. “O que posso falar em minha defesa é que sou inocente e que vou provar. Pela grande relevância desse crime, sei como a Câmara está neste momento.”

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“Ao final de tudo isso, eu, provando e provarei a minha inocência, que pudessem, aqueles que ouvi em outros momentos, se retratarem futuramente em relação à minha família”, continuou o deputado. “Porque meus filhos, meus netos, meus irmãos, todos com certeza estão sofrendo muito devido à opinião popular, e a palavra do deputado, o alcance é muito grande.”

Prisão de Chiquinho Brazão ocorreu no domingo 24

Chiquinho Brazão está preso desde 24 de março, por decisão do Supremo Tribunal Federal. Na quarta-feira 10, a Câmara referendou a decisão. Além do deputado, foram presos seu irmão, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro Domingos Brazão; e o ex-chefe de Polícia Civil do Estado delegado Rivaldo Barbosa. Os três negam participação no assassinato.

+ Psol apresenta pedido de cassação de Brazão ao presidente da Câmara

Segundo o inquérito da PF, Marielle Franco, que era vereadora pelo Psol do Rio de Janeiro, foi assassinada por ser vista como um “obstáculo aos interesses” dos irmãos Domingos e Chiquinho Brazão.

Leia também: “Quem são os suspeitos de mandar matar Marielle”

A Operação Murder Inc. foi iniciada dias após a homologação da delação premiada do ex-policial militar Ronnie Lessa, apontado como o executor dos assassinatos em 13 de março de 2018.

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1 comentário
  1. Jose nelson lopes dos santos
    Jose nelson lopes dos santos

    Se contratar a advogada certa esposa de um dos vampiros do STF e tiver grana suficiente vai ser solto, indenizado, condecorado e provavelmente ganhar um cargo milionario em alguma estatal para continuar pagando a quadrilha

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