Depois de Bolsonaro aceitar depor presencialmente, STF adia julgamento

Posicionamento do presidente foi encaminhado ao STF pela Advocacia-Geral da União (AGU)
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Presidente é investigado por suposta interferência na Polícia Federal
Presidente é investigado por suposta interferência na Polícia Federal | Foto: Marcos Corrêa/PR

O presidente da República, Jair Bolsonaro, informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que pretende depor presencialmente no inquérito que apura sua suposta interferência política na Polícia Federal (PF).

O posicionamento foi encaminhado ao STF pela Advocacia-Geral da União (AGU) e anunciado em plenário nesta quarta-feira, 6. Com isso, o Supremo adiou o julgamento que definiria se o chefe do Executivo federal poderia ou não prestar depoimento por escrito.

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Inicialmente, o tema seria retomado nesta quarta-feira. Contudo, o atual relator do inquérito, ministro Alexandre de Moraes, informou que, diante do posicionamento de Bolsonaro, terá de avaliar se o recurso da AGU que questionava o depoimento presencial ainda precisa ser julgado.

Bolsonaro será ouvido no inquérito aberto a partir de denúncias feitas em 2019 pelo ex-ministro Sergio Moro.

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