O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) condenou o deputado estadual Ricardo Arruda (PL-PR) a pagar R$ 7 mil em indenização ao PT e à ministra Gleisi Hoffmann, atual titular da Secretaria de Relações Institucionais do governo federal. O parlamentar também deverá se retratar publicamente.
A decisão decorre de uma publicação feita por Arruda em outubro do ano passado, na qual ele chamou a então presidente do PT de “a tal da amante”. O deputado apagou o post em seguida.
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“Pessoal, olha ela de novo aí, a presidente do PT, a tal da amante, olha aí ela esbravejando porque ouviu a verdade”, disse o parlamentar em vídeo publicado no Instagram. “Nenhum esquerdista suporta ouvir a verdade.”
“Amante” era o codinome de Gleisi nas planilhas de propinas da Odebrecht. O documento foi amplamente noticiado pela imprensa em 2017, depois que o delator Luiz Eduardo Soares, que atuou no Setor de Operações Estruturadas, entregou os dados de pagamentos ilícitos para o Ministério Público Federal.
Juíza diz que deputado atentou contra a ‘honra’ de Gleisi Hoffmann
Na sentença, a juíza Tatiana Dias da Silva Medina afirmou que “os direitos fundamentais não são absolutos, de modo que o direito à liberdade de expressão deve respeitar a dignidade alheia, para que não resulte em prejuízo à honra, à imagem e ao direito de intimidade das pessoas”.
A juíza reconheceu que o termo “amante” foi retirado das planilhas da Odebrecht, mas concluiu que a finalidade da postagem foi “vexatória”. Para ela, o deputado demonstrou “total desrespeito não só com a figura política, mas também em relação à própria pessoa como ser em sociedade”.
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A defesa de Gleisi argumentou que Arruda “se valeu de um boato de cunho sexual para empregar pejorativamente o termo contra a primeira autora, buscando desqualificá-la enquanto mulher, a reduzindo a mero objeto sexual”.
Já a defesa de Arruda, no âmbito do processo, argumentou que a publicação estava protegida pela liberdade de expressão e que a crítica não teve “caráter misógino ou calunioso, mas sim natureza opinativa”.

Depois da condenação, a defesa do parlamentar enviou uma nota à CNN em que afirma que ainda não recebeu notificação. Os advogados também declararam que recorrerão da decisão, pois consideram que Arruda estava exercendo sua liberdade de expressão, “direito fundamental assegurado pela Constituição Federal”.
Verdade ou Mentira. ?????
PF indicia Gleisi e o marido
Eduardo Militão
A Polícia Federal conclui investigação na qual a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e seu marido, o ex-ministro das Comunicações Paulo Bernardo, são acusados de receberem R$ 1 milhão para a campanha da parlamentar de 2010 desviados da Petrobras. Os policiais indiciaram o casal por corrupção passiva.
De acordo com o doleiro Alberto Youssef, o dinheiro foi entregue a Ernesto Kugler Rodrigues, doador de campanhas do partido no Paraná. A assessoria de Gleisi negou as acusações e apontou contradições nos depoimentos.
Em depoimento, o doleiro disse que foi contatado pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, que o informou que, a pedido de Paulo Bernardo, seria procurado para fazer um repasse de dinheiro para a campanha da senadora em 2010. Os valores sairiam do esquema de desvios de dinheiro da Petrobras. Paulo Roberto confirma a narrativa de Youssef.
Conforme a indicação, uma pessoa de Curitiba procurou Youssef e combinou com ele para que fizesse os pagamentos, que ocorreram em “três ou quatro operações”. Os valores foram entregues no escritório de administração de um shopping em Curitiba. Quem recebeu o dinheiro foi, segundo o doleiro, o dono do estabelecimento, Ernesto Kugler Rodrigues. “Pareceu uma pessoa com bastante afinidade com Gleisi Hoffman e Paulo Bernardo”, disse.
Ouvido pela PF, Kugler negou conhecer o doleiro, ter mantido contato com ele ou recebido valores. Ele disse que conhece Paulo Bernardo há mais de 10 anos, mas tinha poucas relações com Gleisi. Kugler disse, em campanhas eleitorais anteriores, que não arrecadava dinheiro, mas apenas apresentava “amigos empresários” a Bernardo. “Nunca obteve de Alberto Youssef, ou de emissário dele, algum valor destinado à campanha de Gleisi”, disse o empresário à polícia.
A assessoria de Gleisi afirmou ontem que “todas as provas que constam no inquérito comprovam que não houve solicitação, entrega ou recebimento de nenhum valor” pela senadora ou por seu marido. “São inúmeras as contradições nos depoimentos dos delatores, as quais tiram toda a credibilidade das supostas delações. Um deles apresentou, nada mais, nada menos, do que cinco versões diferentes para esses fatos, o que comprova ainda mais que eles não existiram.”
Verdade ou Mentira ?????
A Polícia Federal (PF) informou, em nota, que a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR); seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo (PT-PR), e mais três pessoas cometeram crime de corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro qualificada após concluirem um inquérito no Supremo Tribunal Federal instaurado para apurar crimes praticados na campanha eleitoral para o Senado em 2014. Gleisi, Paulo Bernardo e mais duas pessoas também são acusadas de crime eleitoral.
A nota foi divulgada ontem (7) no site da Polícia Federal. “Em fevereiro 2016, a PF apreendeu documentos na residência de uma secretária do setor de operações estruturadas da construtora Odebrecht. Entre eles, planilhas relatando dois pagamentos de R$ 500 mil cada a uma pessoa de codinome ‘Coxa’, além de um número de celular e um endereço de entrega”, diz a nota.
Segundo a nota, a investigação identificou que a linha telefônica estava no nome de um dos sócios de uma empresa que prestou serviços de propaganda e marketing na última campanha da senadora Gleisi Hoffmann. “A PF verificou outros seis pagamentos no mesmo valor, além de um pagamento de R$ 150 mil em 2008 e duas parcelas de R$ 150 mil em 2010. Também foram identificados os locais onde os pagamentos foram realizados e as pessoas responsáveis pelo transporte de valores.” As tabelas foram apresentadas pela Odebrecht quando foi firmado o primeiro acordo de delação premiada da construtora.
A Polícia Federal concluiu que, pela investigação, há elementos suficientes para “apontar a materialidade e autoria dos crimes de corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro praticados pela senadora, seu então chefe de gabinete, Leones Dall Agnol, e seu marido, Paulo Bernardo da Silva, além dos intermediários no recebimento, Bruno Martins Gonçalves Ferreira e Oliveiros Domingos Marques Neto. Os autos também comprovam que a parlamentar e seu marido, juntamente com Benedicto Barbosa da Silva Júnior e Valter Luiz Arruda Lana, foram responsáveis pelo cometimento de crime eleitoral”.
Em nota, a assessoria da senadora afirma que “a defesa entende que não há elementos nos autos que autorizem a conclusão alcançada pela Polícia Federal. Não foi praticada qualquer irregularidade pela senadora”.
Ué! Gleisi e Lindinho são o quê? Marido e mulher? Lógico que são amantes.
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