Deputados do Partido dos Trabalhadores (PT) acionaram a Polícia Federal (PF) para investigar possíveis crimes cometidos na gestão do Banco Master.
O pedido ocorreu um dia depois de o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), sancionar a lei que autoriza o Banco de Brasília (BRB) a comprar uma parte do Master. O valor da operação gira em torno de R$ 2 bilhões.
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A reunião com o diretor-executivo da PF, William Murad, aconteceu nesta quinta-feira, 21. Estiveram presentes a deputada federal Erika Kokay (PT-DF) e os deputados distritais Gabriel Magno e Chico Vigilante, ambos do PT.
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Os parlamentares expressaram preocupação com os impactos da aquisição. No documento entregue à PF, eles ressaltaram que os problemas apontados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) podem comprometer os recursos públicos, caso a compra avance.
Além da PF, o pedido será encaminhado ao Banco Central (BC) e à Procuradoria-Geral da República. A CVM investiga o Master por movimentações milionárias que inflaram artificialmente seu patrimônio.
Segundo o órgão regulador, os investimentos questionáveis chegaram a beneficiar empresas ligadas à irmã do proprietário do banco, Daniel Vorcaro. Ao todo, o Master aplicou R$ 2,1 bilhões em companhias sem capacidade comprovada de retorno.
Desde 2021, o patrimônio do Master aumentou dez vezes. A carteira de crédito também cresceu cinco vezes no mesmo período. Parte dessa expansão veio da oferta de Certificados de Depósito Bancário com rentabilidade agressiva — em alguns casos, 140% do Certificado de Depósito Interbancário.
O crescimento rápido do banco chama atenção no mercado, especialmente depois de compras de fatias em empresas em situação delicada. Mesmo assim, o Master afirma que os investimentos apontados pela CVM já foram quitados, e não representam risco patrimonial.
Compra do Master ainda depende de aval do BC
Com a sanção da lei, o BRB aguarda a posição do Banco Central para levar a proposta à assembleia de acionistas — exigência imposta pela Justiça do Distrito Federal. A Câmara Legislativa aprovou o projeto em tempo recorde. Ao todo, a tramitação durou apenas quatro dias úteis.
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Mesmo com parecer técnico contrário da Consultoria Legislativa, que indicou falta de dados sobre a viabilidade da operação, os deputados distritais aprovaram o texto no plenário, onde a base aliada de Ibaneis Rocha tem maioria confortável.






































É o verdadeiro caso de fogo amigo !
Vão chegar na casa do CHANDÃO….
Ué ,esse banco não é a âncora do STF?