Desembargadora barra lockdown no Distrito Federal

Magistrada desautorizou juíza de primeira instância que havia proibido atividades consideradas não essenciais
-Publicidade-
Juíza entendeu que compete ao governador decidir sobre o isolamento
Juíza entendeu que compete ao governador decidir sobre o isolamento | Foto: Denny Cesare/Estadão Conteúdo

Ângela Catão, desembargadora do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), determinou que as atividades consideradas não essenciais podem funcionar no Distrito Federal (DF). A magistrada acatou recurso apresentado pelo governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), que havia se manifestado contra o entendimento de uma juíza. Segundo a decisão do TRF1, o lockdown autorizado pela primeira instância dificultava o planejamento “que compete ao DF para a retomada controlada das atividades econômicas, com prejuízo — inclusive à saúde — da população mais vulnerável que, no mais das vezes, não possui reserva financeira e depende do trabalho diário para garantia de sua subsistência”. A partir de agora, a economia funcionará conforme estabelece o decreto de 19 de março.

Leia mais: “O fracasso do lockdown”, reportagem publicada na Edição 45 da Revista Oeste

-Publicidade-
* O espaço para comentários é destinado ao debate saudável de ideias. Não serão aceitas postagens com expressões inapropriadas ou agressões pessoais à equipe da publicação, a outro usuário ou a qualquer grupo ou indivíduo identificado. Caso isso ocorra, nos reservamos o direito de apagar o comentário para manter um ambiente respeitoso para a discussão.
-Publicidade-
Exclusivo para assinantes.