Doria quer começar vacinação em SP em 15 de dezembro

Primeira etapa será para profissionais de unidades públicas e privadas de saúde
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O governador de São Paulo, João Doria, ao lado do diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e do vice-presidente mundial da Sinovac, Weining Meng | Foto: Governo do Estado de São Paulo
O governador de São Paulo, João Doria, ao lado do diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e do vice-presidente mundial da Sinovac, Weining Meng | Foto: Governo do Estado de São Paulo

Primeira etapa será para profissionais de unidades públicas e privadas de saúde

Doria
Governador de São Paulo, João Doria [no centro], diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, e vice-presidente mundial da Sinovac, Weining Meng
Foto: Governo do Estado de SP
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), quer começar a vacinar profissionais de saúde contra a covid-19 em 15 de dezembro.

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Para que isso ocorra, no entanto, a vacina chinesa CoronaVac precisa passar na fase de teste em voluntários e ser aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Leia mais: “Governador de SC teria autorizado compra de respiradores a R$ 165 mil cada um”

Nesta quarta-feira, 30, o tucano assinou um termo de compromisso para fornecimento de 46 milhões de doses da Coronavac ao Estado de São Paulo até dezembro no valor de US$ 90 milhões — cerca de R$ 507 milhões.

O potencial imunizante contra o coronavírus é desenvolvido em parceria com o Instituto Butantan, ligado ao governo do Estado.

Doria também afirmou que já há um entendimento verbal entre a direção do Butantan e a empresa farmacêutica chinesa Sinovac para que outros 14 milhões de doses da vacina sejam fornecidos em fevereiro de 2021.

O contrato também formaliza a transferência de tecnologia para produção da vacina pelo Butantan. Até dezembro, a farmacêutica vai enviar 6 milhões de doses da vacina já pronta, enquanto outros 40 milhões serão formulados e envasados em São Paulo.

Ministério da Saúde

Segundo Doria, a responsabilidade de pagamento é do governo do Estado caso o Ministério da Saúde decida não “estar alinhado” com a aplicação do imunizante.

O tucano disse que o Estado tem trabalhado nesse acordo com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e que ele tem sido “positivo, republicano e dado um tratamento técnico à questão da vacina sem nenhum viés ideológico ou político”.

Com informações do Estadão Conteúdo

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