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Política

Eduardo Bolsonaro repercute matéria de Oeste sobre censura da Gettr

Ao comentar a reportagem no X, deputado afirmou que as mensagens expõem um 'complexo industrial de censura'

PT; Eduardo Bolsonaro condenou a prisão de dois brasileiros acusados pelo 8 de janeiro, que estavam exilados na Argentina | Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Diferente da cassação por faltas, o trâmite no Conselho de Ética tende a ser mais ágil | Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) repercutiu a reportagem exclusiva de Oeste sobre as tentativas de censura contra a Gettr, rede social de Jason Miller, ex-assessor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

“O bloqueio de toda a rede social ocorreria pelo ódio de Moraes ao ver Allan dos Santos postando no Gettr”, escreveu o parlamentar em sua conta no X.

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Em outra publicação, Eduardo compartilhou trechos da reportagem em inglês. “É contra este complexo industrial da censura que Trump está lutando contra”, acrescentou o parlamentar.

A reportagem de Oeste sobre a censura da Gettr

Trocas de mensagens obtidas com exclusividade por Oeste mostram que, em outubro de 2022, auxiliares próximos ao ministro Alexandre de Moraes, na época presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), traçaram planos para bloquear a plataforma Gettr.

A rede social foi criada pelo empresário Jason Miller, ex-assessor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

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Em 3 de outubro de 2022, dois dias depois do primeiro turno das eleições, o juiz Airton Vieira, que atuava como assessor judicial de Moraes no STF, enviou uma mensagem a Eduardo Tagliaferro, então chefe da Unidade Especial de Combate à Desinformação do TSE, para pedir o bloqueio da Gettr.

O pedido surgiu depois de Vieira confundir uma postagem de Allan dos Santos no X com uma publicação feita na Gettr.

A primeira parte do diálogo | Foto: Divulgação/Oeste
A primeira parte do diálogo | Foto: Divulgação/Oeste

A ideia de suspender a plataforma já circulava entre os auxiliares de Moraes. Vieira orientou que o pedido de bloqueio deveria ser anexado à Petição n° 9.935, processo que tramitava no STF sob relatoria de Moraes e que já tratava de medidas contra o Telegram, com base no Marco Civil da Internet.

Além disso, a rede social já era monitorada por parceiros da Corte Eleitoral desde agosto de 2022. Para conferir mais detalhes, leia as reportagens de Oeste sobre a Vaza Toga 3.

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