Eleições 2020: 67 congressistas vão disputar um novo cargo

A cidade de São Paulo é a capital que reúne a maior quantidade de parlamentares na corrida eleitoral
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Medidas serão analisadas pelo Congresso | Foto: Rodolfo Stuckert/ Agência Senado
Medidas serão analisadas pelo Congresso | Foto: Rodolfo Stuckert/ Agência Senado | PEC eleições Marco Saneamento

A cidade de São Paulo é a capital que reúne o maior número de parlamentares na corrida eleitoral

PEC eleições Marco Saneamento
Na disputa municipal, serão 63 deputados federais e dois senadores
Foto: Rodolfo Stuckert/ Agência Senado

Dada a largada da corrida eleitoral, alguns dos postulantes aos cargos de prefeito e vereador já são conhecidos pelo seu eleitorado. Nas eleições municipais deste ano, 67 congressistas vão disputar um novo cargo.

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Na disputa municipal, serão 63 deputados federais e dois senadores. Além disso, um senador e um deputado federal disputam a eleição suplementar ao Senado por Mato Grosso.

Até o fim do prazo para registro de candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ontem, sábado 26, 63 parlamentares já haviam confirmado a participação, enquanto quatro deles estavam pendentes. Contudo, o órgão segue processando as informações.

Com dez candidatos, o PT é a legenda com mais parlamentares nos pleitos municipais, seguido do PSL, com seis congressistas. Vêm  então Republicanos, PSD e PSB, com cinco cada um. Psol, PSDB, Pros e Podemos terão quatro deputados cada um na disputa.

A cidade de São Paulo é a capital que reúne o maior número de parlamentares na corrida eleitoral,  cinco no total. Entre as mulheres, Joice Hasselmann (PSL) e Luiza Erundina (Psol), que pretende ser vice. Entre os homens, estão na disputa os deputados Celso Russomanno (Republicanos), Orlando Silva (PCdoB) e Carlos Zarattini (PT), esse último como vice-prefeito.

Vaga suplementar

O senador Carlos Fávaro (PSD-MT) entrou na corrida e vai tentar a vaga suplementar no Senado destinada a políticos do Estado de Mato Grosso. Terceiro colocado na eleição de 2018, Fávaro assumiu o posto deixado pela senadora cassada Juíza Selma (Podemos-MT).

O ex-senador e atual deputado federal José Medeiros (Podemos-MT) também entrou na briga pela vaga para voltar à Casa Alta.

O mandato de Selma foi cassado por caixa dois e abuso de poder econômico após ela ter sido eleita em 2018 na esteira da onda bolsonarista. O pleito, que estava marcado para abril, acabou sendo adiado pela Justiça Eleitoral por causa da covid-19.

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3 comentários Ver comentários

  1. Não entregue sua prefeitura a muitos desses partidos, exemplo:PT, PDT, PSOL, DEM, PSDB, PSB, MDB, REDE. temos q tirar a representatividade deles no congresso, mais isso primeiro passa pelos municípios, sem municípios controlados por estes partidos, fica mais difícil eles emplacarem deputados Federais e senadores. São os caciques desses partidos q comando os seus deputados e senadores no congresso, e quando mais deputados forem eleitos mais barganha eles fazem.

  2. Boa Wesley.
    Como não sou IBOPE e/ou Datafolha o meu prognóstico – não pesquisa, pois essa farsa é deles, q têm preço e opinião cifrada – é de que 70% ñ se reeleger. A menos q se abracem a alguém honestissimo, e quem não precisa provar que é, tem nome hoje: DEUS.
    Gostaria q Lula, Dilma ou FHC apadrinhasse os outros 30%.
    O nosso presida completa 600 dias e tem culpa sim. De não deixar Celso de Mello aposentar. Tadinho…

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