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Brasil, Política

Eleições 2020: a esquerda cadente

O encolhimento é matemático, mas, para a imprensa torcedora, a esquerda venceu

Foto: Ricardo Stuckert

O encolhimento é matemático, mas, para a imprensa torcedora, a esquerda venceu

Foto: Ricardo Stuckert

O fato é que o PT, uma espécie de estrela-mãe na constelação de esquerda no país, míngua a cada pleito [veja a tabela abaixo] — em 2012, detinha 638 cidades. E os vereadores? Há quatro anos, a sigla conquistou 2.815 cadeiras nas Câmaras Municipais; neste ano, foram 2.665. O PT, que já administrou máquinas como São Paulo e todo o chamado “cinturão vermelho metropolitano”, com musculatura eleitoral do tamanho de Florianópolis ou Curitiba, corre o risco de ficar sem ninguém. O encolhimento é matemático, mas, para a imprensa torcedora, a esquerda venceu.

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Leia “A ruína do ‘lulopetismo'”, reportagem na edição 35 da revista Oeste

 

 

 

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1 comentário
  1. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    Fim do Lula consequentemente fim do PT. Fim do PT fim da esquerda.

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