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Política

Em discurso no RS, Flávio Bolsonaro defende anistia ampla

Pré-candidato do PL diz que direita pode iniciar “novo ciclo” político

O pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, durante evento no RS | Foto: Reprodução/X/FlavioBolsonaro
O pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, durante evento no RS | Foto: Reprodução/X/FlavioBolsonaro

Apontado como um dos nomes da corrente coservadora para a sucessão presidencial, o senador Flávio Bolsonaro defendeu neste sábado, 11, no Rio Grande do Sul, a aprovação de uma anistia ampla como forma de, segundo ele, “zerar o jogo de verdade” no país e abrir caminho para um novo ciclo político ao lado de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi feita durante o lançamento da pré-campanha do deputado federal Luciano Zucco (PL-RS) ao governo gaúcho.

No discurso, Flávio afirmou que o Congresso Nacional deveria aprovar um projeto de anistia que permita o retorno de brasileiros que, na sua visão, foram perseguidos. “Todas as pessoas que foram perseguidas vão subir a rampa com a gente”, disse, em referência à cerimônia de posse presidencial no Palácio do Planalto, prevista para 5 de janeiro depois da mudança na legislação eleitoral.

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Flávio: solução nas mãos das mulheres

Ainda na fala, o senador adotou tom de mobilização política ao afirmar que o país poderia entrar em uma nova fase. Ele declarou que “a solução do Brasil está nas mãos dos brasileiros” e das mulheres. Defendeu do mesmo modo que o país pode voltar a ser próspero, afirmando que a direita apresentará uma alternativa contrária ao governo atual. 

O discurso ocorre em meio à retomada do debate sobre anistia no Congresso. A ideia de uma medida ampla e irrestrita não avançou nos moldes defendidos por setores mais alinhados ao ex-presidente, mas voltou a ganhar força com propostas alternativas.

Entre elas está o chamado projeto da dosimetria, que trata da revisão de penas aplicadas a envolvidos nos atos de 8 de janeiro. O tema retornou à pauta depois de o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, marcar para o dia 30 de abril a votação do veto à proposta em sessão do Congresso Nacional. 

Leia também: “Hora de partir”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 317 da Revista Oeste

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2 comentários
  1. José grossi filho
    José grossi filho

    Nao entendo , com todas estas provas concreta ,ainda esta esquerda maldita tem voto !!

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