Em novembro de 2024, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) protagonizaram uma cena de descontração nos bastidores do plenário da Corte. Às vésperas da retomada do poder por Donald Trump nos Estados Unidos, discutia-se — em tom de piada — qual deles seria o primeiro a ter o visto norte-americano revogado.
Estavam presentes Luís Roberto Barroso, Flávio Dino, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Kassio Nunes. A conversa ocorreu pouco depois de parlamentares republicanos dos EUA enviarem uma carta ao secretário de Estado Antony Blinken para solicitar a revogação dos vistos dos ministros.
Receba nossas atualizações
+ Leia mais notícias de Política em Oeste
No documento, Moraes foi chamado de “ditador totalitário”, e os demais integrantes do STF foram qualificados como “cúmplices destas práticas antidemocráticas”. A pressão não surtiu efeito sob o governo democrata de Joe Biden, e a Corte brasileira tratou o episódio com leveza.
A expectativa, porém, já era de que a vitória de Trump mudaria o cenário. Integrantes do grupo de Jair Bolsonaro consideravam que, com o republicano de volta à Casa Branca, “os magistrados começariam a sentir o vento contra”.
Pressão sobre o STF se concretiza com sanção a Moraes
Menos de um ano depois, nesta sexta-feira, 18, o governo dos Estados Unidos anunciou o cancelamento do visto de Moraes. A decisão foi divulgada pelo Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio.
Em sua declaração, Rubio acusou Moraes de promover uma “caça às bruxas política” contra Bolsonaro e disse que as ações do ministro violam direitos fundamentais e extrapolam as fronteiras do Brasil.

“O presidente deixou claro que responsabilizará estrangeiros responsáveis pela censura de expressão”, escreveu Rubio. Segundo ele, a punição não se limitará a Moraes: “também se estende a seus aliados no tribunal e a seus familiares próximos”.
No mesmo dia, Moraes havia autorizado uma operação da Polícia Federal contra Bolsonaro, que incluiu a apreensão de dispositivos eletrônicos, a imposição de tornozeleira eletrônica, a proibição de uso de redes sociais e o veto a contatos com embaixadas ou diplomatas.
Leia também: “A anistia inevitável”, artigo de Augusto Nunes e Branca Nunes publicado na Edição 255 da Revista Oeste





































Trump tem ainda um canhão a disparar: a lei magnitski, porém a bomba fatal capaz de detonar bunkers como o do Iran,pode repetir-se com uma investigação que deve já estar programada em divulgar o ‘quantum’ e onde se encontram os ‘fundos financeiros’ afanados do Brasil pela matilha aí governando.
Uma questão internacional de segurança tanto dos EUA quanto de Israel, monitoram movimentações financeiras significativas globalmente. Desde o atentado em N. York ambos os países tem este dado no radar para identificação de grupos terroristas, sendo certamente o Mossad e CIA os instrumentos de busca na origem e destino das movimentações.
Fica a dúvida: Nesta teia de vultosas somas não estão mapeados “cofres” oriundos do Brasil? Ou só o Sérgio Cabral peixe miúdo caiu na rede? Só uma hipótese a grande dúvida por onde anda o assalto ao Brasil.
Agora quero ver todo o stf dançar bonito nas mãos de Trump!
E é só a cabecinha…
Kkkk