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Brasil, Política

Esquerda aciona STF para pressionar governo do RJ

Partido Socialista Brasileiro quer explicações sobre atos da polícia em favelas

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Com o isolamento social, muitas mulheres se viram obrigadas a permanecer em casa com seus agressores | Foto: NakNakNak/Pixabay

Partido Socialista Brasileiro quer explicações sobre atos da polícia em favelas

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Maioria do STF decidiu que operações em favelas do Rio devem seguir proibidas
Foto: NakNakNak/Pixabay

O Partido Socialista Brasileiro pediu à Defensoria Pública do Rio de Janeiro que cobre do Supremo Tribunal Federal (STF) pressão sobre o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. A legenda quer explicações sobre nove atos da polícia em favelas cariocas, realizados entre agosto e outubro deste ano. Conforme noticiou Oeste, o STF limitou os atos dos agentes em comunidades, incluindo o uso de helicópteros. De acordo com a sigla, o número de mortos aumentou nesses locais. Seis esclarecimentos são cobrados; entre eles, “quais os motivos que justificam a realização das operações policiais, se houve comunicação por escrito ao Ministério Público do Rio e se houve produção de documentação de provas em cada uma das operações”, noticiou a CNN Brasil.

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Leia também: “O direito de ser defendido pela polícia não vigora nas favelas do RJ”

5 comentários
  1. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    Demagogia próxima das eleições. Os esquerdopatas e a arte de enganar o povo.

  2. Delmo Fonseca
    Delmo Fonseca

    A esquerda é um câncer. E sua metástase pode ser observada nos partidos políticos e diversas instituições estatais.

  3. Celio
    Celio

    Os partidos PSB, PSDB, PT, PSOL, PCB, PCO devem ser extintos da politica brasileira.

  4. Dércio Ribeiro da Conceição
    Dércio Ribeiro da Conceição

    Oportuno recomendar aqui o livro de Diego Pessi e Leonardo Giardin de Souza, “Bandidolatria e democídio (*): ensaios sobre garantismo penal e a criminalidade no Brasil”

    Esse livro é fruto de um trabalho de pesquisa sobre as raízes do garantismo penal e de sua estreita conexão com a política criminal adotada pelo Estado brasileiro, suas aporias e resultados sociológicos.

    A abordagem do tema é polêmica, embora feita cirurgicamente, atacando os postulados centrais da política criminal vigente em nossas instituições ao opor as soluções teoréticas comumente conhecidas às exigências da práxis (prática) social.

    Buscam os autores desvelar um sentido normalmente despercebido, oculto nas narrativas sociológicas com as quais lidamos no dia-a-dia.

    (*) Democídio é um neologismo não dicionarizado, o qual foi recuperado e redefinido pelo politólogo Rudolph Joseph Rummel definido como “assassínio de qualquer pessoa ou grupo de pessoas por parte do seu governo, incluindo genocídio, politicídio, e assassínio em massa”.

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