O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma, nesta segunda-feira, 21, as audiências dos núcleos 2 e 3 da ação penal que trata da suposta tentativa de golpe de Estado.
Espera-se que haja oitivas com o delegado da Polícia Federal (PF) Fábio Shor, responsável por indiciar o ex-presidente Jair Bolsonaro; o general Freire Gomes, ex-comandante do Exército; o almirante Baptista Júnior, ex-comandante da Aeronáutica.
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Todos foram intimados e deverão comparecer hoje.
Shor é a principal testemunha indicada pela defesa de Filipe Martins, ex-assessor da Presidência para Assuntos Internacionais, e de Marcelo Câmara, ex-auxiliar de Bolsonaro.
Fabio Shor e demais nomes do núcleo 2

Além de Shor, Martins indicou as seguintes testemunhas de defesa:
- Marco Antonio Freire Gomes, ex-comandante do Exército;
- Carlos De Almeida Batista Junior, ex-comandante da Aeronáutica;
- Hélio Lopes, deputado federal;
- Eduardo Pazuello, deputado federal;
- Mateus Matos Diniz;
- Stella Maria Flores Floriani Burda.
Réu na ação penal, o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques listou os seguintes nomes:
- Diego Joaquim De Moura Patriota;
- Antonio Vital De Moraes Junior;
- Jeferson Almeida Moraes;
- Marcelo Roberto Paiva Winter;
- Antonio Ramirez Lorenzo;
- Antonio Melo Schlichting Junior;
- Rafael Barbosa De Barros;
- Rodrigo Gomes Fernandes;
- Rodrigo Carmona Castro Rodriguez;
- Daniel Felipe De Souto;
- Bruno Teixeira Da Silva;
- Jorge Carlos Magno Dantas;
- Virgilio De Paula Tourinho Anderson da Silva Costa;
- Antonio Fernando De Miranda;
- Luciana Matutino Caires;
- Samuel Bessa de Oliveira.
Nomes sugeridos por Câmara:
- Amaury Ribeiro Neto;
- Anderson Ferreira;
- Renato Pio da Silva;
- Fábio José Pietrobon Bauer;
- Wilson dos Santos Serpa Júnior;
- Auto Tavares da Câmara Júnior;
- Igor Heidrich;
- João Paulo Vieira Almeida;
- Dhiego Carvalho Santos Rocha;
- Elias Milhomem de Araújo;
- Itawan de Oliveira Pereira.
Sessões sem comparecimento
Shor não compareceu à audiência do dia 16 de julho, o que levou a defesa a pedir que Moraes o intimasse.
O delegado da PF informou que está de férias, no exterior. Por isso, não poderia comparecer à oitiva.
Os advogados pressionaram o Tribunal de modo que chamasse o delegado.
Leia também: “O malabarismo jurídico da PGR”, reportagem publicada na Edição 278 da Revista Oeste






































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