O assessor da Presidência para Assuntos Internacionais do governo Bolsonaro, Filipe Martins, negou ter viajado a Orlando, na Flórida, em 30 de dezembro de 2022.
Martins está sendo interrogado, no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quinta-feira, 24, por ser réu no núcleo 2 da suposta trama golpista.
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“Refuto efusivamente”, afirmou Martins. “No mesmo dia, fiz outra viagem, em voo comercial para Ponta Grossa (PR).” Documentos obtidos por Oeste, com exclusividade, à época da prisão, corroboram a versão no STF.
O ex-assessor negou ainda fazer parte do que seria um “núcleo jurídico” da “ruptura institucional”. Martins, conforme o delator do caso, tenente-coronel Mauro Cid, seria o responsável por “considerandos” de uma “minuta do golpe”. O documento foi apresentado a chefes de Forças, em uma reunião de 7 de dezembro de 2022, de acordo com Cid. Martins, porém, negou. Em depoimento no STF, o general Freire Gomes, ex-comandante do Exército, confirmou a versão de agora de Martins.
Leia também: “O malabarismo jurídico da PGR”, reportagem publicada na Edição 278 da Revista Oeste





































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