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Fiuza: “Lockdown’ não tem nada a ver com segurança sanitária’

Segundo o colunista da ‘Revista Oeste’, não há estudos científicos que provem a eficácia das medidas restritivas
Guilherme Fiuza criticou as políticas de trancamento impostas pelos governadores
Guilherme Fiuza criticou as políticas de trancamento impostas pelos governadores | Foto: Reprodução/YouTube

O jornalista Guilherme Fiuza voltou a tecer críticas aos governadores dos Estados brasileiros. Durante o programa Os Pingos nos Is, da rádio Jovem Pan, ele afirmou que as medidas restritivas severas, impostas na tentativa de conter o avanço da covid-19, não funcionam. “Essas medidas são adotadas há mais de um ano, e não há fundamentação [científica] que prove sua eficácia”, afirmou. Segundo o colunista da Revista Oeste, as áreas onde não foram aplicadas políticas de trancamento apresentaram resultados melhores no enfrentamento da pandemia, se comparadas a regiões que impuseram a seus cidadãos o confinamento social extremo. “Compare a Flórida com a Califórnia, nos Estados Unidos”, disse. “Não houve, no Estado da Flórida, medidas restritivas do tipo que estamos vendo em São Paulo, por exemplo, e que estão em vigência na Califórnia.” “Qual é, dos dois Estados norte-americanos, aquele que tem menos óbitos, proporcionalmente, por covid-19?”, perguntou o jornalista. “É a Flórida”, concluiu.

Leia também: “Lira e Pacheco criticam lockdown absoluto e defendem ‘caminho do meio’”

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7 comentários

  1. E difícil ver administradores públicos tão desorganizado e insistir e ações que já se mostraram falhas. E deixarem de utilizar estratégia que dão certo em algumas cidades do país com o caso de cidades que fazem os protocolos de prevenção.

  2. A certeza desses estúpidos é de que quanto pior, maior é a possibilidade dp caos se transformar em dinheiro vivo.
    Insensíveis caras de pau.
    E não escuto ninguém dessa imprensa ultrapassada, por ser ideologizada e dependente de cofres públicos, alertar que até o próximo dia 19.03, cada um dos governadores terá que prestar à PGR, contas de gastos, com datas de abertura e fechamento, de hospitais de campanha, equipamentos disponibilizados, enfim,
    ONDE FOI PARAR A GRANA seus amigos do Lula!!!!

  3. Governadores e prefeitos, autorizados pelo STF, tornaram-se “Senhores Feudais” e, os deputados estaduais e vereadores, seus fiéis vassalos. A vida e a economia pouco importam para eles; estão servindo ao “Senhor das Trevas”!!!

  4. Obvio que NÂO resolve a situação…Tiveram 1 ano( de uma onda para outra) para estruturar a sanidade e nesse periodo desativaram leitos e subestimaram a pandemia Fora os desvios, ainda não devidamente investigados mas certamente de alta monta

  5. Então a PGR deu até 19.03 para que cada governador justifique o que fez com a grana?
    Quem poderia ter feito o requerimento seria o próprio STF, em atitude monocratica do Marco Aurélio Melo, certamente corroborada pelos demais togados.
    Assim, pelo menos, ao obterem as respostas de cada Estado da Federação, concluíram que o procedimento foi lastimável em março 20, de passar a bola como se tivéssemos vários Brasis, e que governos de esquerda, pelo menos por aqui no Brasil, em geral são promíscuos e genocidas.
    Saber onde “não” estão os hospitais de campanha sequer inaugurados é facílimo. Difícil é estarem com suas consciências tranquilas, principalmente quando um parente próximo, ou advogado de confiança, manifestam uma “gripezinha”!!!
    Como de tudo ruim devemos tirar algo positivo, há de se elocubrar sobre um novo Tratado de Tordesilhas à Brasileira.
    Já sei quem será o presidente e a suprema corte do lado de lá!

  6. Pois é, tudo isso dizem que foi para evitar colapso no sistema de saúde.
    Que tal reduzir 50% das cadeiras, assessores e funcionários dos Legislativos Nacionais (Câmara Federal, Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais) e no Senado Federal a somente 1 senador por Estado, ainda este ano, priorizando Reforma Politica para em 2022 já termos excelentes recursos desperdiçados por esses INÚTEIS, na construção de ambulatórios, hospitais, saneamento e outras atividades ÚTEIS para a pobre população brasileira.
    Qual é a contribuição que o atual vice-presidente da Câmara Federal Marcelo Ramos(PR) eleito com pouco mais de 100 mil votos pelo pobre Estado da Amazonas, quando possivelmente contrariado com a indicação do Dr. Queiroga para o MS, disse: “não teremos paciência com o novo ministro. É acertar ou acertar”. Que apoio é o desse deputado para contribuir com a solução da grave pandemia?
    Só nosso Congresso Nacional nos custa R$12 bi anuais, e não temos hospitais suficientes não só para Covid, mas para atender a saúde dos brasileiros, especialmente no Norte do Pais.

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