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Política

Flávio diz que Lula 'quer tarifas' e fala em PEC para acabar com reeleição

Fala ocorreu em evento da revista Veja, em que houve o debate de temas centrais para a corrida presidencial de 2026

Flávio lidera 1 turno segundo levantamento Veritá
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) | Foto: Saulo Cruz/Agência Senado

Durante evento da revista Veja realizado nesta segunda-feira, 15, o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou que o desejo de impor tarifas às empresas brasileiras parte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O evento destacou temas centrais para a corrida presidencial de 2026.

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Principal pré-candidato da direita ao Planalto, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro declarou ter solicitado ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e ao secretário de Estado, Marco Rubio, que evitassem qualquer taxação contra o Brasil.

Segundo Flávio, “a única pessoa que quer tarifa no Brasil é o Lula”. “Ele acha que vai ter um benefício eleitoral se as empresas forem tarifadas e faz força tremenda para que isso aconteça”, afirmou.

Flávio comenta fim da reeleição e crise fiscal

Lula da Silva e Flávio Bolsonaro: empate técnico | Foto: Montagem sobre redes sociais
Lula da Silva e Flávio Bolsonaro | Foto: Montagem sobre redes sociais

Flávio Bolsonaro também anunciou que, caso vença a corrida para a Presidência, pretende aprovar na transição de governo uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de sua autoria que acaba com a possibilidade de reeleição.

“Faço questão de aprovar esta PEC que eu mesmo fiz para dar esse exemplo, para mostrar que eu não estou aqui por disputa de poder, que não estou aqui por um projeto pessoal”, disse. O senador ainda afirmou que usará o prestígio de um presidente recém-eleito para viabilizar a proposta.

Leia mais: “O PT destruiu o Brasil… novamente!”, artigo de Rodrigo Constantino publicado na Edição 326 da Revista Oeste

Segundo Flávio, a eliminação da reeleição daria maior autonomia a decisões difíceis no Executivo. “Isso porque todo mundo que senta na cadeira de presidente, a partir do primeiro dia, já começa a pensar na reeleição”, explicou. “Não tendo a reeleição, isso dá muito mais força para você tomar medidas que não vão ser fáceis.”

Ao comentar o impacto de temas polêmicos, como o filme Dark Horse e a ameaça de tarifa dos EUA, Flávio avaliou que os eleitores só sentirão o peso da crise econômica com o avanço da chamada “bomba fiscal”.

Leia também: “A herança maldita do governo Lula”, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 326 da Revista Oeste

“O brasileiro, quando cair na real que a inflação chegou, que a bomba fiscal vai estourar no colo do atual presidente, começar a prestar mais atenção na campanha eleitoral depois da Copa do Mundo, vai compreender que o Brasil não aguenta mais quatro anos de PT”, afirmou.

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