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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) embarcou para Washington na noite de sábado, 4, para participar de uma audiência pública no dia 7, promovida pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), que investiga a possibilidade de uma sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros. Flávio pretende convencer os americanos a não adotarem a tarifa, argumentando que ela prejudicaria exportadores e consumidores do Brasil e beneficiaria politicamente o presidente Lula.
Discussões sobre um possível aumento de tarifas norte-americanas para produtos do Brasil motivaram a viagem do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aos Estados Unidos na noite deste sábado, 4, com embarque pelo Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, rumo a Washington.
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O senador e pré-candidato à Presidência participa na terça-feira 7, de uma audiência pública realizada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), órgão responsável pela investigação que pode resultar em uma sobretaxa de 25% sobre mercadorias brasileiras.
Atuação de Flávio Bolsonaro na defesa do Brasil
No segundo e último dia de debates, Flávio Bolsonaro será um dos expositores e deve apresentar seu posicionamento às 10h, horário local de Washington, correspondente às 11h em Brasília, defendendo que a medida não seja adotada.
O congressista afirmou que buscará convencer os norte-americanos a abandonar a ideia da tarifa extra, ao sugerir que Brasil e EUA encontrem uma solução negociada para o impasse comercial. A intenção de Flávio é defender que a sobretaxa não seja implementada.
Em sua avaliação, a tarifa prejudicaria exportadores e consumidores brasileiros, além de beneficiar politicamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Antes de embarcar, o senador enviou ao USTR um relatório de 86 páginas solicitando a suspensão da tarifa e pedindo que o Pix não seja incluído na disputa comercial.
Expectativa pela decisão norte-americana
A expectativa é de que a decisão norte-americana sobre o possível aumento das tarifas seja anunciada até o dia 15. A audiência também contará com Roberto Azevêdo, ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), que falará em nome da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).
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