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Frases do presidente são tiradas do contexto

Mídia tradicional insiste em usar aspas de Bolsonaro de modo a estimular críticas
Presidente da República, Jair Bolsonaro | Foto: Marcos Corrêa/PR
Presidente da República, Jair Bolsonaro | Foto: Marcos Corrêa/PR

Mídia tradicional insiste em usar aspas de Bolsonaro de modo a estimular críticas

Bolsonaro
O presidente da República, Jair Bolsonaro | Foto: Marcos Corrêa/PR

Praticar o jornalismo com posicionamento político é legítimo. Às vezes, até recomendável. Obscuro é apresentar-se como defensor da objetividade fria, da imparcialidade inamovível, e incrustar um viés ideológico em cada conteúdo. Este é um traço cada vez mais pronunciado na prática jornalística contemporânea. O uso que a imprensa tradicional fez da live que o presidente Bolsonaro exibiu na quinta-feira 6 é um bom exemplo dessa conduta, cada vez mais comum no jornalismo.

• Declarações pinçadas e utilizadas fora de contexto:

“Está chegando a 100 mil (mortes), vamos tocar a vida”, disse Bolsonaro durante a live. Ao leitor que recebe a informação sem contexto, dá a impressão de que Bolsonaro desdenha das mortes em razão da covid-19, como se fosse indiferente à tragédia que a pandemia do coronavírus provocou no país.

• O que realmente foi dito

Durante a live, o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, fez um comparativo da covid-19 com a epidemia de HIV no Brasil e pontuou como a população aprendeu a lidar com o vírus por meio de mudança de hábitos – “Essas mudanças pós-pandemia do HIV, o HIV continua existindo, continuam existindo alguns que são contaminados, a maioria se trata, e a vida que segue. E é assim que vai ser também com o coronavírus.” Na sequência, Bolsonaro emendou: “A gente lamenta todas as mortes, está chegando a 100 mil talvez hoje, vamos tocar a vida e buscar uma maneira de se safar desse problema.”

 

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9 comentários

  1. Outro canalha que deturpou essa frase foi o canalha do Dória, na abertura de hoje onde disse (sic) “que o estado de SP não toca a vida, ela sala vidas”. É um grande calhorda.

  2. Estamos envoltos por canalhas, o que nos salva são as redes digitais.
    É vital que continuem abertas a todos nós sem qualquer restrição.
    Estão fazendo de tudo para censurá-las e nos prender reféns das informações distorcidas das mídias tradicionais.

    1. Não existe ética na maioria dos jornalistas da Globo, CNN, folha de são Paulo e Veja. Vive fazendo factóides contra o presidente Bolsonaro. As críticas podem e devem existir mas baseadas na verdade e não na omissão da mesma.

  3. Mas a chamada grande imprensa está tão desmoralizada, haja vista a enorme popularidade do presidente, que este tipo de atitude já está até ajudando o presidente. Ninguem aguenta mais esses veículos de comunicaçào procurando pelo em ovo.

  4. O jornalismo brasileiro está em colapso. Desacreditado, viúvo das benesses de governos esquerdistas, caminha a passos largos para uma posição melancólica.
    Cada um desses jornalistas e gestores de mídia é responsável por uma fatia dessa derrocada. Não porque são oposição ao governo mas, por fazer uso de meios escusos e sórdidos para derrubar um presidente legitimamente eleito.
    Não tenho pena. Que paguem o preço de seu erro.

  5. Tudo bem Oeste. Realmente é má fé distorcer as palavras do presidente e de qualquer outra pessoa. É a omissão Oeste? Por que vocês não dizem nada respeito do Queiroz? É os esquemas de Rachid do Flávio?
    É agora, sobre os cheques da Dna. Michelle, por que esse silêncio retumbante?!!!
    Estou decepcionado com a Revista.
    Omitir informação também é desserviço!

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