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Política

Galípolo recebe presidente do TCU para discutir inspeção no BC

Encontro em Brasília ocorre depois de suspensão temporária da apuração

Gabriel Galípolo | Foto: Lula Marques/ Agência Brasil
Gabriel Galípolo | Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, recebe na segunda-feira, 12, o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo, para uma reunião institucional em Brasília. Segundo informações publicadas pelo Poder360, a reunião tem como pauta a inspeção técnica determinada pelo TCU no BC, relacionada à decisão que levou à liquidação extrajudicial do Banco Master.

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Além de Galípolo e Vital do Rêgo, participam da reunião dirigentes das duas instituições. Pelo BC, estão previstos diretores das áreas de fiscalização, regulação e supervisão de conduta. Pelo TCU, participam secretários e auditores ligados ao controle externo e à comunicação institucional.

Presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo Filho - 15/08/2023
Presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo Filho — 15/08/2023 | Foto: José Cruz/Agência Brasil

TCU deve decidir sobre inspeção no BC

A expectativa, de acordo com o TCU, é que o plenário da Corte de Contas decida em 21 de janeiro, depois do recesso, se dará prosseguimento à inspeção no BC. Na última quarta-feira, 7, o relator do caso no TCU, ministro Jhonatan de Jesus, determinou a suspensão temporária da inspeção, a pedido do BC.

A autoridade monetária havia apresentado recurso contra a decisão inicial, sob o argumento de que uma medida dessa natureza não deveria ser tomada de forma monocrática. Ao levar o assunto ao plenário, o ministro atendeu à principal reivindicação da autarquia, que defendeu a necessidade de deliberação conjunta do tribunal.

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No despacho, Jhonatan reafirmou que possui competência regimental para determinar inspeções no âmbito do controle externo e rejeitou a alegação de omissão levantada pelo BC. O relator também registrou que os embargos apresentados não têm a finalidade de redefinir o alcance da atuação fiscalizatória do TCU sobre a autoridade monetária.

Apesar disso, o ministro optou por suspender a inspeção e compartilhar a decisão com o colegiado, ao citar o impacto público do caso e o crescimento do impasse institucional. Com isso, a inspeção permanece paralisada até que o plenário da Corte de Contas decida se dará ou não prosseguimento à medida.

Leia também: “Anatomia de uma fraude”, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 301 da Revista Oeste

1 comentário
  1. Luiz fernando Chalet ferreira
    Luiz fernando Chalet ferreira

    Tá difícil. Muito circo e pouca lona

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