O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu a decisão da Procuradoria-Geral da República (PGR) de arquivar o pedido de afastamento do ministro Dias Toffoli da relatoria do caso Master. A manifestação do decano da Corte recebeu correção por meio das notas da comunidade da rede social X.
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Em uma publicação em sua conta no X nesta quinta-feira, 22, o magistrado afirmou que a resolução “evidencia o funcionamento regular das instituições da República”.
Segundo o decano do STF, “em um Estado de Direito, a preservação do devido processo legal e a observância das garantias institucionais constituem condições essenciais para a estabilidade democrática e para a confiança da sociedade nas instituições”. “Decisões fundadas em critérios jurídicos objetivos, afastadas de pressões circunstanciais, fortalecem a segurança jurídica e reafirmam a maturidade institucional do sistema constitucional brasileiro.”
Suspeição de Toffoli
Apresentada por parlamentares, a representação para a suspeição estava baseada na viagem do ministro em um jatinho com um dos advogados de executivos do banco. O procurador-geral da República, Paulo Gonet afirmou que não havia nenhuma providência a ser adotada. “O caso a que se refere a representação já é objeto de apuração perante o STF, com atuação regular da PGR”, defendeu.
No parecer, Gonet não chegou a opinar sobre o mérito do fato abordado na representação e apenas citou que não teria providências a adotar. O caso não envolveu os fatos mais recentes revelados sobre o investimento de um cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro em um resort, que tinha como sócios os irmãos de Toffoli.
Correção de Gilmar no X, depois de manifestação elogiosa ao arquivamento da representação contra Toffoli
Depois da postagem de Gilmar, os leitores que participam das notas da comunidade do X “adicionaram contexto” às informações do decano. “A decisão da PGR não prova ‘funcionamento regular’ das instituições, pois ignora indícios de suspeição de Toffoli: viagem em jatinho com advogado de investigado no caso Master (nov/2025) e possíveis conexões patrimoniais como no caso do resort Tayayá”, afirma a nota.

Nova representação
A representação arquivada foi protocolada em 12 de dezembro pelos deputados federais Caroline De Toni (PL-SC), Carlos Jordy (PL-RJ) e Adriana Ventura (Novo-SP).
Um novo pedido de suspeição de Toffoli deve ser apresentado a Gonet. Os parlamentares estão refazendo a solicitação e citando elementos “inéditos e mais graves” que reforçam “a necessidade de afastamento” do ministro da condução da Operação Compliance Zero. Isso inclui “conexões pessoais, patrimoniais e interesses” que envolvem o banco, que foi liquidado em novembro do ano passado.
Redação Oeste, com informações da Agência Estado




































Gilmar , qual a credibilidade que tem sujeito e todo o STF?
É o incomensurável e famigerado “sprit off corps” dos ditadores que massacram a nação ensandecidos pelo poder e esquecidos que os ventos mudam o rumo das naus catarinetas que podem aportar na Braz Ilha da fantasia.
Discordo, obviamente, do dez_canos do he551teéphy, mas não acho que o bala toffee deva ser afastado do caso master. Ele deve ser afastado do trybhunaul.
QUADRILHA UNIDA AJE UNIDA..O PGR É UM MERO MENINO DE RECADOS DO SAPÃO !
Criminosos no poder , esses caras tem que ser presos pela cara de pau de defender crimes que o mundo vê.
O boca de sapo que se cuide, já que o André Ventura vem aí
Em se tratando de opinião dou mais crédito ao caramelo do que nesse ser ….
Da boca desse só sai o erro e a mentira.
Corporativismo. Cada um defendendo o outro, para o esquema não cair. Até quando os pagadores de impostos (nós!) ficaremos calados?
Vamos para a Paulista domingo, as 13h.