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Política

Lula escolhe Gleisi como ministra de Relações Institucionais

Posse da atual presidente do PT será em 10 de março

Gleisi Hoffmann, presidente do PT: justificativas pela reprovação pública e críticas de internautas em seu próprio perfil no Twitter/X | Foto: Divulgação/PT
Gleisi Hoffmann assume Secretaria de Relações Institucionais e será responsável por articulação política | Foto: Divulgação/PT

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convidou, nesta sexta-feira, 28, a presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), para assumir a Secretaria de Relações Institucionais (SRI) da Presidência da República. Ela será responsável pela articulação política.

Gleisi vai ocupar o cargo deixado por Alexandre Padilha. Ele foi indicado para o Ministério da Saúde, cuja titular, Nísia Trindade, foi demitida por Lula. A posse de Gleisi está prevista para 10 de março, depois do Carnaval.

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Antes de o convite ser realizado, Lula consultou aliados sobre a possível indicação da petista, já que a pasta é responsável pela articulação política do governo. Entretanto, os partidários do presidente não aprovaram a indicação, hoje confirmada.

Em janeiro, Gleisi foi cotada para outro cargo no governo, a Secretaria-Geral da Presidência, atualmente sob comando de Márcio Macêdo. A pasta é responsável pelo relacionamento com os movimentos sociais.

Gleisi Hoffmann tem perfil mais combativo que conciliador

Gleisi, ex-ministra da Casa Civil, tem perfil mais combativo do que conciliador. No comando do PT desde 2017, acumulou desavenças e embates políticos. Seus aliados destacam sua habilidade de articulação na eleição de Lula em 2022.

A ideia de entregar a SRI ao centrão perdeu força. O Planalto acredita que nem isso fará com que Lula garanta apoio desse grupo para 2026. O governo prefere manter o ministério sob seu controle.

Agora nomeada, Gleisi fortalecerá sua influência no Planalto. Atualmente, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e da Secretaria de Comunicação (Secom), Sidônio Palmeira, lideram as decisões estratégicas. A deputada poderia contrapor-se a ambos em questões-chave.

Gleisi também acumulou divergências com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Desde 2023, ela tenta alinhar mais o governo à esquerda. Como ministra, a petista teria que moderar seu tom. Para assumir o cargo, precisaria deixar a presidência do Partido dos Trabalhadores antes de junho.

8 comentários
  1. A-DDS
    A-DDS

    A COXA ( e AMANTE) esta de volta à cena do crime. Vai dar m……!!!!!!!

  2. Ricardo Villas
    Ricardo Villas

    É espantoso como o PT padece de uma escassez total de gente (que preste).

  3. Christian
    Christian

    Agora que a Jiripoca Vai Piar.
    Narizinho e Lindinho juntos, sem nenhuma papas na língua, vão conseguir que o congresso se volte todos contra ela. KKKKKKKKKKKKKKKKKK
    Grande poder de conciliação. KKKKKKKKKK
    Vai ser uma emorragia.

  4. ELIAS
    ELIAS

    Ao nomear uma esquerdista radical para a articulação política, o governo com os vasos da popularidade sangrando parece estar empenhado em abreviar o mandato já moribundo.

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