publicidade
Política

Governador interino do Rio exonera mais 94 funcionários públicos

Ricardo Couto já promoveu mudanças em 638 funções; ele mira pessoas ligadas a candidaturas e servidores fantasmas

A sucessão recaiu sobre Couto em virtude da ausência de vice-governador e do presidente da Alerj para ocupar o cargo | Foto: Reprodução/TV Globo
A sucessão recaiu sobre Couto em virtude da ausência de vice-governador e do presidente da Alerj para ocupar o cargo | Foto: Reprodução/TV Globo

O presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e governador interino do Estado, desembargador Ricardo Couto, exonerou mais 94 funcionários ligados à Secretaria de Governo, à Casa Civil e à Secretaria de Gabinete do Governador.

A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial na segunda-feira 20. Com isso, Couto já promoveu mudanças em 638 cargos. A estimativa é de economia de cerca de R$ 10 milhões por mês.

Receba nossas atualizações

As exonerações atingem servidores que disputaram eleições para vereador no interior, não se elegeram e foram nomeados para funções em cidades distantes de onde vivem. Também entram na mira funcionários fantasmas.

Segundo a revista Veja, Couto informou ao ex-governador Cláudio Castro (PL) que manteria as mudanças e disse que não havia “nada de pessoal nas escolhas”. A justificativa, segundo a publicação, foi a de promover um “choque de gestão e transparência”.

Corte deve alcançar 1,6 mil cargos

A previsão é de que cerca de 1,6 mil funcionários sejam atingidos pelas medidas. Couto também extinguiu três subsecretarias da Casa Civil: Projetos Especiais, Gastronomia e Ações Comunitárias e Empreendedorismo.

Além disso, o governador em exercício determinou uma auditoria no Executivo estadual, incluindo empresas estatais. Ao todo, quase 7 mil contratos, que somam R$ 81 bilhões, devem passar por análise.

Até agora, Couto nomeou oito auxiliares para ajudá-lo na administração do Estado. A maioria veio do Ministério Público e do Judiciário.

Ele assumiu o comando do Rio em razão da dupla vacância no Executivo estadual, que está sem governador e sem vice.

STF decidirá futuro do governo do Rio de Janeiro

Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF), instância superior do Poder Judiciário do Brasil | Foto: Pedro França/Agência Senado
Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF), instância superior do Poder Judiciário do Brasil | Foto: Pedro França/Agência Senado

O futuro da administração fluminense até o fim do ano ainda depende de decisão do Supremo Tribunal Federal.

Os ministros vão definir se haverá nova eleição, se ela será direta ou indireta, ou se o novo presidente da Assembleia Legislativa do Rio, deputado Douglas Ruas (PL), passará a integrar a linha sucessória.

+ Leia mais notícias de Política em Oeste

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade