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Política

Governo nega tratamento especial a Lewandowski em voo de Lisboa ao Brasil

Jornalista Tiago Pavinatto denunciou que passageiros da classe executiva foram preteridos no embarque enquanto ministro da Justiça e mulher entraram primeiro no voo da TAP

Lewandowski
Lewandowski afirmou que outras nações poderiam usar o texto como justificativa para intervir na política brasileira | Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Depois de denúncia feita pelo jornalista de Oeste e professor da Fundação Armando Álvares Penteado, Tiago Pavinatto, o Ministério da Justiça e Segurança Pública afirmou que o ministro Ricardo Lewandowski não recebeu tratamento diferenciado durante o embarque em um voo da TAP, entre Lisboa e Brasil, no domingo 7.

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Pavinatto relatou, em seu perfil no X, que passageiros da classe executiva ficaram cerca de 20 minutos “debaixo de sol a pino”. Ele disse que o ônibus com esses passageiros permaneceu parado em frente à aeronave, enquanto a companhia justificava a espera como consequência da limpeza da cabine executiva.

No exato momento da explicação, segundo o jornalista, uma van exclusiva transportou Lewandowski, a mulher do ministro, Yara de Abreu, e assessores até a porta do avião. O grupo embarcou, acomodou-se, e só depois os demais passageiros foram autorizados a subir.

Pavinatto ressaltou que não atribuiu o atraso geral do voo ao ministro. De acordo com ele, o voo atrasou o embarque por cerca de 30 minutos por responsabilidade da própria TAP. Ele afirmou, no entanto, que os demais passageiros da classe executiva foram preteridos para que o casal ministerial fosse acomodado primeiro, mesmo tendo chegado depois.

Governo nega que Lewandowski tenha recebido privilégio

Por meio de nota, o Ministério da Justiça e Segurança Pública alegou que não existiu “nenhum privilégio deliberado em relação aos demais passageiros”.

O governo acrescentou que todos aguardaram a liberação do embarque depois da limpeza da classe executiva. A nota informou que o voo partiu no horário previsto e que a companhia liberou a entrada dos passageiros executivos antes da classe econômica.

Pavinatto também declarou ter visto a mulher do ministro solicitando validação tarifária para reembolso de impostos (“tax refund”) em Lisboa. Ele afirmou que acompanhou a saída do casal do aeroporto e observou assessores esperando as malas que, segundo ele, não passaram por inspeção da Polícia Federal.

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2 comentários
  1. Silva lilica
    Silva lilica

    PAVINATTO…KKKKKKK…..FAZ AS COISAS PERTO DELE, PRA VER O QUE VAI DAR..KKKKK

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