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Política

Haddad nega cortes na Saúde e no Transporte

Ministro da Fazenda diz que medidas não foram debatidas por sua equipe e pela Presidência

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, emitiu uma nota sobre o assunto | Foto: Diogo Zacarias/MF

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, negou que haverá corte de gastos nas pastas da Saúde e do Transporte. A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 7, por meio de nota emitida por sua equipe. 

Haddad disse ser “falsa” as informações de dois cortes fiscais de R$ 15 bilhões, relacionados às áreas de Saúde e Transporte, e outra de valor de R$ 10 bilhões — a qual não foi especificada pela equipe. 

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“É importante ressaltar que tal informação não corresponde ao que vem sendo debatido entre a equipe econômica, demais ministérios e a Presidência da República”, declarou, em nota. 

Haddad se reúne pela terceira vez com Lula para debater corte de gastos

Nesta quinta-feira, 7, Fernando Haddad se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para debater sobre o corte de gastos no governo petista. Este foi o terceiro encontro do alto escalão para discutir as medidas fiscais só nesta semana.

Além do ministro da Fazenda, outros 7 integrantes do alto escalão integraram a reunião:

  • Rui Costa, ministro da Casa Civil
  • Camilo Santana, ministro da Educação
  • Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego
  • Nísia Trindade, ministra da Saúde
  • Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento
  • Esther Dweck, ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos
  • Paulo Pimenta, ministro da Secretaria de Comunicação Social

Além dos ministros de Estado, um representante do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social também participou da reunião. A pasta é responsável pelo programa Bolsa Família.

O governo federal discute o equilíbrio das contas em meio a um déficit de R$ 105,2 bilhões no acumulado de janeiro a setembro de 2024, conforme divulgado pelo Ministério da Fazenda nesta quinta-feira.

O prejuízo 11,5% superior ao registrado em igual período de 2023. Naquele intervalo, o governo Lula registrou um déficit de

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