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Política

Impasse sobre pesquisa com áudio de Flávio pode chegar ao STF

Depois de solicitação do PL, presidente do TSE, ministro Nunes Marques, barrou levantamento que mostrou conversa do senador com Vorcaro

Flávio Bolsonaro pré-candidato Presidência Brasil
Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência do Brasil | Foto: Reprodução/TV Senado

O impasse que envolve a suspensão da pesquisa eleitoral da AtlasIntel que mostrou áudio do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro pode chegar ao Supremo Tribunal Federal (STF), caso não ocorra consenso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Depois de solicitação do Partido Liberal, o presidente do TSE, ministro Nunes Marques, barrou o levantamento, em 8 de junho. A legenda contestou a metodologia do instituto.

O advogado da AtlasIntel, Gualter Rafael Maciel Bezerra, declarou ao site Metrópoles que aposta na liberação da pesquisa pela Justiça Eleitoral. Segundo ele, o Ministério Público Eleitoral se posicionou a favor da divulgação, o que indica tendência de maioria no TSE. No entanto, Bezerra não descarta recorrer ao STF caso haja a continuidade da suspensão.

Possível recurso ao STF e argumentos da defesa

Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, em alusão à matéria sobre os PMs que aguardam julgamento na Corte; Moraes
Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília | Foto: Wallace Martins/STF

O advogado afirmou que acredita que a defesa consiga sucesso ainda no âmbito do TSE. “O MPE se posicionou no sentido de que seja julgada improcedente [a suspensão] e acreditamos que esse seja o entendimento da maioria do TSE”, afirmou ao site. “No entanto, se ocorrer pela procedência, é sim uma matéria que podemos levar para o STF.”

A divulgação da pesquisa, posteriormente suspensa, ocorreu depois do vazamento de conversas entre Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, que envolvem o financiamento do filme Dark Horse. O longa-metragem conta a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Leia mais: “Eleição não é brinquedo”, artigo de Alexandre Garcia publicado na Edição 321 da Revista Oeste

O Partido Liberal acionou o TSE sob a alegação de que a metodologia da pesquisa poderia influenciar negativamente a imagem do pré-candidato. Nesse sentido, o ministro Nunes Marques entendeu que “a pesquisa possa ter extrapolado os limites da regular aferição estatística”.

Ele ressaltou ainda que a questão ultrapassa discordâncias sobre metodologia. Isso porque há suspeita de que o questionário tenha sido usado para induzir respostas dos entrevistados.

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