As situações eleitorais de Emmanuel Macron e Luiz Inácio Lula da Silva não estão boas. Pesquisas recentes mostram que tanto o presidente francês quanto o brasileiro registram níveis recordes de impopularidade.
Levantamento divulgado pelo instituto Odoxa no fim de maio apresentou dados negativos para Macron. Conforme o site Diário do Poder destacou nesta semana, a pesquisa sinalizou a desaprovação do presidente da França em 73%.
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Além disso, a sondagem reforçou que Macron tende a ter dificuldade para eleger seu sucessor no comando do Poder Executivo do país europeu. De acordo com o estudo, oito em cada dez franceses acreditam que o “macronismo” não sobreviverá ao pleito do ano que vem, quando a França elegerá seu próximo presidente.
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“Os franceses querem acabar definitivamente com a Presidência de Macron em 2027”, afirmou a equipe do Odoxa, na ocasião da divulgação da pesquisa. “Oitenta e quatro por cento não querem que ele seja candidato em 20232, quando poderá concorrer a outro mandato.”
No Brasil, Lula passa por momento similar ao do seu amigo francês. Divulgado na semana passada, levantamento do instituto Quaest afirmou que a desaprovação ao governo do petista alcançou 57%. Maior índice desde que ele reassumiu a Presidência da República, em janeiro de 2023.
Encontro de Lula e Macron

Em meio aos elevados índices de rejeição, Lula e Macron se encontraram na semana passada. Ao lado da primeira-dama do Brasil, Janja da Silva, o petista viajou — mais uma vez — para a França.
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Na viagem, Lula voltou a acusar o governo de Israel de promover “genocídio” na Faixa de Gaza. Além disso, viu Macron contrariá-lo em relação à postura da Ucrânia diante da guerra promovida pela Rússia.
O presidente brasileiro também acompanhou a esquerda francesa criticá-lo por receber o título de doutor honoris causa pela Universidade Paris-VIII. Por fim, o governo dele autorizou o gasto de R$ 168 mil para que a cantora Roberta Sá fizesse um show em homenagem a Macron.
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