Parte da imprensa foi duramente criticada pela forma como noticiou o assassinato do ativista norte-americano Charlie Kirk. O modo como alguns veículos de comunicação se referiram ao palestrante, como “ativista de extrema direita”, por exemplo, causou indignação entre influenciadores e políticos brasileiros.
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Kirk, um dos principais apoiadores do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, morreu na tarde desta quarta-feira, 10, depois de ser baleado enquanto palestrava em um evento na Universidade Utah Valley.

Ludmila Lins Grilo, juíza exilada nos Estados Unidos, acusou a imprensa brasileira de “chancelar a violência política da esquerda”. A magistrada lembrou que o ativista norte-americano circulava pelas universidades para fazer exatamente aquilo que a esquerda diz defender: o livre debate.
Além de conversar abertamente, Kirk deixava os opositores falarem e perguntarem livremente. “Respondia tudo de forma pacífica”, afirmou a juíza brasileira. “Nunca agrediu ninguém. Como não podia ser derrotado no argumento, mataram-no.”
Adjetivação da imprensa
A magistrada afirmou que a esquerda promove violência política, e que as agressões começam “com a adjetivação que a imprensa coloca em qualquer um de que não goste: ‘extrema direita’, ‘bolsonarista’, ‘olavista’ e ‘neto de ditador’”.
A morte do ativista gerou comoção. Trump aproveitou a cerimônia em memória das vítimas dos ataques do 11 de Setembro para homenageá-lo. O evento no Pentágono foi marcado pela concessão póstuma da Medalha Presidencial da Liberdade ao palestrante.
Assassinato de ucraniana no metrô de Charlotte
Jornais norte-americanos, como The New York Times e o The Wall Street Journal, ressaltaram uma escalada de violência nos EUA. Em 22 de agosto, a ucraniana Iryna Zarutska foi morta a facadas no metrô de Charlotte, na Carolina do Norte.
Leia mais: “A esquerda volta a atacar”, reportagem de Branca Nunes publicada na Edição 273 da revista Oeste
Os golpes partiram de Decarlos Brown, que esteve em prisão 14 vezes desde 2011. Estava livre desde janeiro, depois de decisão de um juiz democrata, que o libertou sem fiança.









































Além de triste e trágica nossa situação é irônica e patética. Enquanto falsos juízes da pior espécie, tanto do ponto de vista de qualificação quanto de (des)humanidade ocupam o que deveria ser a mais alta corte jurídica da nação, uma juíza de verdade, de comprovado saber jurídico e de alta qualidade como ser humano, precisa se exilar no exterior para poder ter voz. É desesperador.
A imprensa brasileira é tão infantil quanto os jovens woke americanos. Não sabem a hora de parar e serem adultos. A culpa é da imprensa doente e dos pais que foram omissos. Agora , a jornada para trazer a sociedade para a civilização será árdua
“crueldade , cancelar o visto da filha do Padilha” globo 2025 , enquanto isso um garoto de 12 anos com deficiência mental , vive sem a mãe , e poderá ficar sem ela por 14 anos ,
Brasil