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Política

Irmão de Bolsonaro critica prisão: 'Sem sentido'

Ex-presidente ficará em cela especial na Polícia Federal, em Brasília

O ex-presidente Jair Bolsonaro e o seu irmão, Renato | Foto: Reprodução/Instagram/RenatoBolsonaro
O ex-presidente Jair Bolsonaro e o seu irmão, Renato | Foto: Reprodução/Instagram/RenatoBolsonaro

Renato Bolsonaro, irmão do ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmou neste sábado, 22, que a prisão preventiva do político é “uma determinação sem sentido, sem qualquer base e motivo”. Em comunicado, ele relacionou a data da detenção ao número de urna do PL. “Tudo orquestrado para prender o Jair no dia 22”, disse.

A prisão do ex-presidente ocorreu em sua residência, em Brasília, por volta das 6h. Ele está na Superintendência da Polícia Federal (PF), onde ficará em uma cela especial. Bolsonaro cumpria prisão domiciliar desde 4 de agosto.

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Segundo despacho do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a prisão foi motivada por duas ações. Primeiro, a suposta tentativa de rompimento da tornozeleira eletrônica nesta madrugada; e segundo, a convocação de uma vigília pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nesta sexta-feira, 21.

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Para Moraes, a vigília poderia gerar aglomeração e dificultar a fiscalização policial, facilitando uma eventual fuga. Já havia um pedido da defesa de Bolsonaro para que ele permanecesse em casa por questões de saúde, mas o ministro rejeitou. Além disso, Moraes determinou acompanhamento médico integral na PF e acesso irrestrito à equipe de saúde.

Renato Bolsonaro diz que prisão restringe direito de manifestação

Renato criticou a decisão e acusou o ministro de restringir direitos de manifestação. “Qual o motivo de prender o Jair?”, questionou. “Estão alegando que foi porque o Flávio convocou uma vigília a favor do Jair. Então quer dizer que não podemos nem nos reunir para clamar por Justiça ou orar pelo nosso presidente? Bolsonaro já foi condenado sem motivo e agora é preso sem motivo, com o processo ainda em tramitação.”

O pré-candidato à Câmara dos Deputados também pediu que o Congresso vote uma anistia para o ex-presidente. “O Brasil não pode aceitar essa ruptura gradual da nossa liberdade”, continuou. “Fica ainda mais urgente que a Câmara vote pela anistia total e irrestrita e que o Senado coloque um freio nesses absurdos cometidos pelo STF.”

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1 comentário
  1. Valdecir Ramos da Mota
    Valdecir Ramos da Mota

    Estamos vivendo tempos obscuros e espero que no ano de 2026 que está logo ali, esse jogo de cartas marcadas tenha um final à favor do povo brasileiro.

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