A movimentação da Flotilha Global Sumud em direção à Faixa de Gaza levou o Itamaraty a divulgar uma nota oficial nesta quinta-feira, 18, na qual demonstra preocupação com a viagem das embarcações, que pretendem criar um corredor humanitário e desafiar o bloqueio imposto por Israel na região. A ativista do clima Greta Thunberg é uma das líderes da comitiva.
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O Ministério de Relações Exteriores destacou que cidadãos do Brasil, inclusive parlamentares, integram o grupo a bordo de diferentes barcos. Segundo o comunicado, o país pede que Israel respeite as normas de direito internacional e humanitário, garantindo a segurança de civis e das embarcações envolvidas na missão de caráter pacífico e humanitário.
Atenção especial a brasileiros e monitoramento diplomático
O documento informou ainda que as embaixadas brasileiras no Oriente Médio receberam orientações específicas para monitorar a situação e estão disponíveis para prestar apoio aos brasileiros que participam da iniciativa. “As embaixadas do Brasil na região foram instruídas a acompanhar o tema e permanecem a postos para a prestação de apoio aos nacionais brasileiros”, diz a nota.
Na terça-feira 16, o governo do Brasil, ao lado de outros 15 países, já havia publicado um pedido conjunto para que a frota em missão humanitária fosse protegida. As embarcações relataram ataques ao longo das últimas semanas, aumentando o clima de apreensão.
O ativista João Aguiar, responsável pela delegação brasileira na flotilha, relatou em entrevista ao Sindicato dos Jornalistas de São Paulo que mantém contato diário com o Itamaraty. Ele afirmou que os participantes ouvem drones todas as noites. “Existem dois tipos de drones, os de observação e os de ataque”, explicou João Aguiar. “Todas as noites escutamos esses drones que nos observam.”
Tentativa fracassada
Em junho, uma flotilha da qual faziam parte Thunberg e o brasileiro Thiago Ávila foi interceptada por Israel, que deportou os ativistas imediatamente.

O governo israelense ironizou a iniciativa e chamou a flotilha de “iate das selfies“.
Leia também: “A anistia inevitável”, artigo de Augusto Nunes e Branca Nunes publicado na Edição 255 da Revista Oeste






































tem que afundar essa corja
quais parlamentares estão no iate e porque não estão trabalhando?
Deveriam ser presos quando chegarem a Gaza e obrigados a assistirem o documentário sobre o ataque terrorista do Hamas , como condição para serem libertados.
Deve estar uma farra danada
Que o Eterno proteja e guarde essas “crianças travessas”, se algum incidente ocorrer com a embarcação vez que entrarão em zona de guerra, não importa de onde veio o ataque, culparão Israel