Nesta segunda-feira, 14, o ministro da Defesa, José Mucio, pediu para não participar como testemunha na audiência do tenente-coronel Rafael de Oliveira, um dos “kids pretos” da suposta trama golpista.
Oliveira arrolou Mucio para depôr no Supremo Tribunal Federal (STF), em 22 de julho.
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Representado pela Advocacia-Geral da União, Mucio disse que “desconhece os fatos que são objeto de apreciação na presente ação penal”. Por isso, requereu o indeferimento de sua oitiva.
Espera-se, agora, que Moraes delibere sobre o pedido.
Moraes mantém prisão de kid preto que arrolou José Mucio

Na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes manteve a prisão preventiva de Oliveira.
Em junho deste ano, a defesa pediu a revogação da prisão preventiva e a substituição por medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica, sob o argumento de que se passaram mais de dois anos desde os supostos crimes.
Moraes, no entanto, considerou que o advogado “não apresentou qualquer fato superveniente que pudesse afastar a necessidade de manutenção da custódia cautelar, ante a necessidade de resguardar ordem pública e a instrução processual penal”.
Moraes alegou também que “a Procuradoria-Geral da República mais uma vez se manifestou pela manutenção da prisão preventiva” de Oliveira.
Leia também: “A sociedade das ideias mortas”, artigo de J.R. Guzzo publicado na Edição 276 da Revista Oeste






































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