“Povo na rua por Justiça já”. Esse é o lema da manifestação que ocorre na tarde deste domingo, 29, na Avenida Paulista, em São Paulo.
Os discursos estão programados para começarem às 14h. Na Revista Oeste, no entanto, a cobertura começa antes. Desde às 13h, o canal da publicação no YouTube conta com live, sob comando da jornalista Paula Leal.
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Na transmissão, Paula conta com a companhia de cinco comentaristas. Adalberto Piotto, Carlo Cauti, Augusto Nunes e Marina Helena a acompanham diretamente dos estúdios de Oeste na capital paulista.
“Povo na rua por Justiça já”
A cobertura da Revista Oeste da manifestação, que contará com discurso do ex-presidente Jair Bolsonaro, não se resume ao audiovisual. Aqui, pelo site, o internauta conta com registros em tempo real. Acompanhe abaixo.
16h29: “Foi o que disse o ex-presidente Bolsonaro, o recado dele foi claro: você tem de ter a direita unida e elegendo o Senado”, afirmou Augusto Nunes. “Não subestime a sabedoria do povo brasileiro, a população sabe o que está acontecendo.”
16h27: Carlo Cauti responde à faixa que foi mencionada por Bolsonaro: “O que fazer: votar no Senado.” Ele destaca o trecho do discurso de Bolsonaro no qual ele diz que nem precisa ser presidente para conseguir mudar o país se tiver a maioria no Senado e na Câmara.
16h24: Adalberto Piotto volta a dizer que os discursos feitos na manifestação deste domingo representam a maioria do povo brasileiro e que ninguém mais acredita na narrativa do golpe. “Houve uma continuidade nos discursos e uma coerência em todos eles.”
16h20: Marina Helena afirma que Bolsonaro está com a bandeira forte da eleição do Senado “porque ele sabe que ali está a chave” para governar o Brasil. “Foi um discurso muito importante nesse sentido, e que mostra um presidente preocupado em como o Brasil vai sair desse atoleiro.”
16h12: “Acho que os apoiadores do governo viram, hoje, outra demonstração de força da oposição”, afirma também Augusto Nunes. “Acho que é preciso deixar claras essas palavras de ordem em faixas. Começou hoje uma campanha em que a oposição tem tudo para ser vitoriosa.”
16h10: Augusto Nunes: “Eu acho que as palavras de ordem são que a campanha começou e que precisamos eleger o Senado e a defesa da anistia já.”
16h07: “A campanha eleitoral começa oficialmente hoje”, afirma Carlo Cauti. “Hoje foi uma manifestação para relembrar o que passamos no Brasil nos últimos dois anos e o que queremos daqui pra frente.” Além disso, ele fala da importância da defesa da anistia e da crítica aos abusos do Judiciário.

16h05: Marina Helena continua sua análise e afirma que Magno Malta trouxe “a maior crítica ao Supremo”. Já o discurso de Bolsonaro, para ela, trouxe uma mensagem muito clara: “A importância do Congresso nas eleições no ano que vem.”
16h02: Marina Helena: “A anistia é, sem dúvida, a coisa mais relevante, pois temos inocentes presos. Essa pauta sempre tem que estar aí. Mas outras questões que me chamaram a atenção, que anteciparam as eleições do próximo ano. Quem mais tratou isso foi o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.”
16h: De volta aos estúdio de Oeste, o jornalista Adalberto Piotto diz que ficou clara, no discurso de Bolsonaro, a defesa da democracia.
15h54: “Me processam, mas não me processam por corrupção. (…) Me processam por uma fumaça de golpe”, afirma Bolsonaro. “Eu apelo aos Três Poderes da República: pacifiquem esse país. (…) Não quero crer que seja uma vingança de uma pessoa e de outra. Nós queremos um Congresso altivo, um Supremo respeitado, um Executivo trabalhando para o bem estar do seu povo e não em alianças momentâneas por parte de uma minoria, em causa própria.”
15h48: “Logicamente, não quero ser preso, não quero ser morto. Mas não posso me omitir da verdade”, afirma Bolsonaro. O ex-presidente pede para que a população eleja o PL em 50% da Câmara e do Senado e promete que, com a maioria, “vai mudar o destino do país”. Ele continua: “Não quero isso para perseguir ninguém, não quero isso por revanchismo. Quero isso para mudar o país.”
15h45: “Golpe se dá com Forças Armadas, armamentos, núcleo financeiro e político, com instituições de fora do país. Que golpe é esse, meu Deus do céu?”, continuou Bolsonaro. “Se fosse uma tentativa de golpe, vocês não estaria aqui. Nós queremos justiça, pacificação, queremos o bem do nosso país.”
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15h42: “Chegou o fatídico 8 de janeiro. Um movimento, está mais do que claro, orquestrado pela esquerda”, disse o ex-presidente. “Hoje, assistimos condenações a 14, 15, 16, 17 anos de cadeia. (…) Isso não é justiça, é uma brutal injustiça. Por isso, nós lutamos por anistia, que é um remédio previsto na Constituição, de iniciativa própria do parlamento brasileiro independentemente de qualquer um dos outros dois Poderes. É o caminho da pacificação. E quem concorda com isso, mesmo que seja algoz, é um gesto de altruísmo. Nós esperamos que essa anistia tenha o apoio dos outros Poderes, além do Legislativo.”

15h39: “Confesso que eu não esperava aquele resultado. Mas, no meu primeiro pronunciamento, eu disse: ‘Vão sentir saudades de nós’. Ora, só se pode sentir saudades de quem vai embora”, afirmou Bolsonaro. “Fizemos a transição pacífica, elogiada por Geraldo Alckmin, que foi o responsável por fazer isso ao nosso lado. (…) No dia 30 de dezembro, graças a Deus, resolvi sair do Brasil. Graças a Deus. Algo me dizia pra sair do Brasil. Não era apenas para não passar a faixa. Jamais eu passaria a faixa para um ladrão!”
15h33: Bolsonaro falou que foi seu filho, o vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, que o elegeu em 2018. Em 2022, diz que sofreu as consequências da “mão pesada” do Tribunal Superior Eleitoral. Em seguida, o ex-presidente relembrou de algumas realizações de seu governo.
15h32: Ex-presidente Jair Bolsonaro: “Quem me acusa pode ter muita coisa ao seu lado, mas nós temos três coisas que eles não têm: nós temos Deus, a verdade e grande parte da população brasileira. Vocês me fortalecem para ser o porta-voz de vocês.”
15h18: Silas Malafaia: “Até quando o Supremo Tribunal Federal vai bancar o ditador Alexandre de Moraes? Até quando o Supremo Tribunal Federal está indo para a lata do lixo com sua reputação. A justiça d eum país é um escudo para seus cidadãos, não uma arma para atacar. (…) Não há justiça, o que há é uma perseguição vergonhosa de uma farsa de pseudogolpe para te tirar das eleições.”
15h14: Silas Malafaia fala sobre o episódio do mandado de prisão do ex-ajudante de ordens Mauro Cid e da sua revogação, logo em seguida, pelo ministro Alexandre de Moraes. Ele diz que a delação de Cid é “fajuta”, mas é a única coisa que sustenta a denúncia contra Bolsonaro.
15h08: Silas Malafaia: “A anistia é competência do Congresso Nacional.”
15h06: “Quando a gente fala de Justiça, não podemos deixar fora quele que tem sido o ditador da toga, Alexandre de Moraes”, afirmou Silas Malafaia. Ele comentou sobre a regulação das redes instituída pelo STF. “Em nenhuma nação democrática do mundo, plataforma decide o que é legal e o que é ilegal.” E continua: “O jogo é calar o povo brasileiro.”

14h59: “Isso deve dar uma dor de cotovelo em alguém… porque só tem uma pessoa que é chamada de ‘mito’ ainda vai, e essa pessoa é o maior líder político que esse país já teve”, disse Tarcísio. “E a missão do Bolsonaro não acabou, ele ainda vai fazer muito pelo Brasil. Ele vai voltar, a prosperidade e a esperança vai voltar.”
14h57: O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, diz que é uma honra estar ao lado de Bolsonaro mais uma vez. “Eu vi uma faixa que representa esse evento. Ela dizia ‘justiça e paz’. A gente está aqui pra pedir por justiça, pela anistia, pela prosperidade. Há pouco tempo, vimos um presidente da República que fez muito por esse Brasil, e eu tive a honra de trabalhar junto.”
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14h54: Magno Malta faz apelo ao presidente norte-americano, Donald Trump: “Trump, os Estados Unidos podem nos ajudar.”
14h50: O senador Magno Malta (PL-ES) inicia o discurso falando: Cármen Lúcia, tirana é você.” Em seguida, ele fala sobre a decisão do STF de regular as redes e diz que o Brasil já está vivendo uma ditadura. “Em 2026, nós teremos uma saída: nós teremos Bolsonaro em 2026. Isso é espiritual. O tempo de Deus com Bolsonaro ainda não acabou. Eles não colocarão a mão em Bolsonaro.”
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14h44: Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ): “Todos nós sabemos que o Bolsonaro não está sendo submetido a um julgamento, mas a uma inquisição. (…) Nós estamos pedindo por justiça, que é representada por uma balança com acusação e defesa, é porque nós sabemos que essa balança está desequilibrada.”
14h38: Senador Marcos Rogério (PL-RO): “Hoje, o povo está nas ruas por justiça, por liberdade. Hoje é na Paulista, na rua, mas em 2026 é na urna que a gente faz a mudança que o Brasil precisa. Querem acusar um homem sem crimes, querem condenar um presidente inocente. (…) Querem colocar e estão colocando inocentes na cadeia.”
14h32: O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO): “A vontade do sistema não é prender ele [Bolsonaro], é prende a nós. Mas ele é o obstáculo, ele é a pedra impedindo que eles cheguem a cada um de nós.” O parlamentar mostrou trechos de falas de ministros do STF contra a liberdade de expressão. “Nós estamos lutando contra os tiranos e estamos sempre perseguidos por isso.”
14h28: Deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), líder do PL na Câmara: “O povo de São Paulo e o povo conservador e da direita coloca gente na rua todo dia. Pode ter futebol, pode ser fim de mês. Eu desafio a esquerda a colocar 10% do que a gente colocou hoje aqui.” Ele continua afirmando que, em 2026, o povo brasileiro vai mostrar que é conservador. “Podem perseguir, mas não vão achar na vida de Bolsonaro nenhum ato de corrupção. Porque esse homem é patriota, ama a família e nunca será corrupto.”
14h23: Deputado Coronel Zucco (PL-RS): “Nós estamos com o presidente Bolsonaro porque ele é o símbolo do patriotismo, do civismo. Nós estamos com o Bolsonaro porque ele luta pelo voto impresso auditável. Porque todo dia nós vemos ele se expondo, lutando e buscando um Brasil melhor. É por isso que nós não podemos ter cansaço. Esse homem é o símbolo de resiliência, de coragem. (…) Hoje, nós temos conservadores, liberais na economia, patriotas, hpje nós temos vocês de verde e amarelo. Hoje, nós usamos essa camisa não em jogo de futebol, mas porque amamos essa nação.”

14h19: Deputada federal Bia Kicis (PL-DF): “Eu nunca vi nada parecido com o que estamos vivendo agora. Não existe mais justiça no Brasil, ordenamento jurídico, nada. (…) Nós não vamos desistir jamais da anistia, vamos continuar lutando pelos perseguidos políticos do nosso país. Nós precisamos de um Congresso forte e de um Senado com homens e mulheres que façam o que é preciso fazer. Povo do Brasil, nós não vamos nos curvar, não vamos nos calar, não vamos desistir.”
14h17: “Quem tem no coração o nosso hino nacional tem o Bolsonaro também no coração”, inicia o discurso Valdemar Costa Neto. Ele puxa um coro de “volta, Bolsonaro” fazendo referência à alta dos preços dos alimentos.
14h15: O deputado federal Marco Feliciano (PL-SP) começa os discursos. Ele pede oração por todos que estão presos pelo ato do 8 de janeiro e por todos que estão presentes na avenida Paulista neste momento. “Somos a resistência. Queremos duas coisas: anistia já e o nosso presidente [Bolsonaro] elegível em 2026.”
14h13: Além de Bolsonaro, estão presentes os governadores Tarcísio de Freitas (São Paulo), Romeu Zema (Minas Gerais) e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto.
14h10: Hino nacional é executado na avenida Paulista.
14h08: Marina Helena destaca a liderança de Bolsonaro para a direita brasileira. Segundo ela, qualquer nome que vá concorrer em 2026 contra Lula precisará da benção do ex-presidente. “Que outros presidentes tiveram essa capacidade de reunir tantas pessoas?”
14h02: Augusto Nunes diz que espera que o tema da anistia esteja no centro dos discursos das autoridades nesta tarde.
14h: Autoridades começam a chegar na avenida Paulista e começam a subir no palco. O ex-presidente Jair Bolsonaro já está presente.

13h54: Marina Helena: “Infelizmente, a gente sabe que a direita não tem maioria no Congresso. É difícil a gente pensar que a direita tem como fazer esse papel sozinha. Mas a derrubada do IOF mostra que o Centrão também está cansado com essas medidas do governo. (…) Parece que o Congresso está olhando e vendo que a canoa do Lula está furada. A hora é agora do povo se mobilizar.”
13h49: Adalberto Piotto concorda com Augusto Nunes. “Independente de quantos sejam na Avenida Paulista neste momento, o importante é que eles representam a maioria da população brasileira.”
13h48: O jornalista Augusto Nunes minimiza críticas sobre haver menos pessoas na manifestação deste domingo, em comparação com atos anteriores. “O importante é ter na rua representantes da maioria dos brasileiros que não gosta do que vem fazendo o Supremo, que não quer a tirania do Supremo, essa que a ministra Cármen Lúcia não vê. Eles sim, os ministros não conseguem convocar ninguém. Eles querem que o povo fique com medo, e o povo na rua mostra que não tem medo, e é bom que o Supremo veja isso.”

13h45: A economista Marina Helena diz que o Supremo está totalmente alheio à realidade brasileira. “A gente precisa lutar para ter o direito de falar. Se a direita não tiver o direito de se expressar nas redes no próximo ano, vai sobrar só aquela propaganda que a gente conhece.”
13h38: Carlo Cauti agora fala sobre a decisão do STF que alterou o Marco Civil da Internet em favor da regulação das redes sociais. Para ele, a intenção do Supremo é limitar o poder dos brasileiros de falarem e publicarem o que pensam livremente. “O Brasil será um país menos livre porque teremos menos acesso à informação. Os brasileiros serão menos informados e isso afetará como eles escolherão seus representantes no próximo ano.”
13h32: Adalberto Piotto agora comenta a situação do governo Lula. “O governo já sofreu uma derrota acachapante no Congresso. Não tem clima no Congresso, ele vai sofrer mais derrotas.” Ele concorda com Cauti e diz que o STF não vai ingressar na discussão sobre o IOF.
13h25: Carlo Cauti fala sobre a derrota que o governo Lula sofreu no Congresso Nacional com a derrubada do decreto do IOF. “O Psol já judicializou o tema, mas se o Supremo tiver que resolver isso, vai gerar mais um desgaste com o Congresso. Se isso ocorrer, haverá consequências políticas. O STF dificilmente vai querer embarcar numa pauta que não é dele, é do governo.”
13h20: Adalberto Piotto comenta pesquisa do Instituto Datafolha que mostra que a maioria doa brasileiros têm vergonha dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). “Esse é o assunto que você ouve no supermercado, esse é o assunto do dia-a-dia dos brasileiros, esses absurdos do STF. (…) Os ministros do Supremo sabem exatamente o que os brasileiros pensam, e é entendendo isso que eles deveriam agir.”
13h17: Carlo Cauti: “A manifestação é apropriada para relembrar à opinião publica brasileira e pautar a mídia sobre a necessidade de se limitar os abusos do Poder Judiciário.”
13h13: Começa a cobertura oficial de Oeste das manifestações na Avenida Paulista (SP) neste domingo, 29. O ato está marcado para começar às 14 horas e, neste momento, já há pessoas nas ruas. O jornalista Adalberto Piotto inicia sua análise afirmando que o que fica claro é que “por onde passa, o ex-presidente Jair Bolsonaro ajunta multidões.” Com mais ou menos pessoas, as manifestações sempre têm a mesma pauta: por mais liberdade, pela anistia e pela constitucionalidade no país.





































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