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Justiça nega pedido de Witzel para barrar ‘impeachment’

Governador alegou que os deputados da Alerj cometeram um "ato ilegal e violador de garantias fundamentais"
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel | Foto: FERNANDO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel | Foto: FERNANDO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL | O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel | Foto: FERNANDO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL

Governador alegou que os deputados da Alerj cometeram um “ato ilegal e violador de garantias fundamentais”

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O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel | Foto: FERNANDO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro indeferiu ontem um mandado de segurança impetrado pelo governador Wilson Witzel (PSC), que pretendia interromper o processo de impeachment contra ele na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Segundo o chefe do Executivo, os deputados cometeram “ato ilegal e violador de garantias fundamentais”. Contudo, para o desembargador que negou as alegações de Witzel: “[…] não vislumbro, neste primeiro momento, os requisitos ensejadores do provimento liminar”.

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Porém, em nota, a defesa do governador informou que está estudando as medidas que tomará depois da derrota na Justiça. “Assim sendo, vamos estudar as medidas que tomaremos com o indeferimento da liminar. Respeitamos e acatamos, portanto, a decisão judicial, mas continuaremos com a tese de que a Alerj não observou por integral o direito de defesa do governador”. Witzel é investigado no âmbito da Operação Placebo, que investiga supostas fraudes em contratos na área da saúde. Em suma, g governador teria desviado dinheiro destinado à luta contra o coronavírus.

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