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Política

Lula vê Tarcísio como rival natural em 2026

Petista pede apoio ao Republicanos; governadores articulam oposição

Tarcísio e Lula, durante encontro em Brasília: direita quer o governador de São Paulo na disputa | Foto: Ricardo Stuckert/PR
Tarcísio e Lula, durante encontro em Brasília: direita quer o governador de São Paulo na disputa | Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Lula da Silva recebeu, nesta terça-feira, 19, dirigentes do Republicanos em almoço no Palácio da Alvorada. Conforme relatos, Lula disse acreditar que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), será candidato à Presidência em 2026. 

O presidente do partido, Marcos Pereira, evitou confronto direto. O dirigente reafirmou que o projeto oficial de Tarcísio é disputar a reeleição no governo paulista. Além de discutir sucessão presidencial, Lula pediu apoio ao Republicanos principalmente para pautas do governo no Congresso.

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Lula investe no controle sobre as redes sociais

Entre os temas de maior interesse do petista está o controle das redes sociais e o projeto que busca coibir a adultização infantil. Estiveram presentes também o presidente da Câmara, Hugo Motta, o ministro Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) e o líder do partido na Câmara, Gilberto Abramo (MG).

Ainda na terça, Pereira e Motta participaram de um jantar em Brasília. O presidente do União Brasil, Antonio Rueda, organizou o encontro. O evento reuniu líderes da oposição. Valdemar Costa Neto (PL), Gilberto Kassab (PSD), Ciro Nogueira (PP) e Baleia Rossi (MDB) participaram. Da mesma forma, os governadores Ronaldo Caiado (União Brasil), Romeu Zema (Novo) e o próprio Tarcísio marcaram presença.

Leia também: “Lula empurra o Brasil para o lado errado da história”, artigo de Adalberto Piotto publicado na Edição 283 da Revista Oeste

Dirigentes de União Brasil e PP, que negociam formar uma federação, citaram o governador paulista como principal nome para unificar o campo da direita. De acordo com fontes que estiveram no jantar, diz o jornal O Globo, há consenso sobre a importância de lançar uma candidatura única já no primeiro turno.

A estratégia evitaria desgastes com eventuais ‘fogos amigos’ dentro da direita, bem como concentraria energia em uma única candidatura.  

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1 comentário
  1. Augusto de Resende Filho
    Augusto de Resende Filho

    Se prepara Lulinha, já temos 60 milhões de votos para barrar seu retorno ao Planalto. Se o STF e o TSE, se manterem imparciais, será seus Adeus da política populista.

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