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Política

Lula volta a se encontrar com Nicolás Maduro

O encontro acontece na 8ª Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), em Kingstown, capital de São Vicente e Granadinas

nicolás maduro e lula - celac
O ditador Nicolás Maduro e o brasileiro Lula posam sorridentes; os dois tiveram reunião reservada em meio à programação da Celac | Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a se encontrar com o ditador venezuelano, Nicolás Maduro. A reunião ocorreu na tarde desta sexta-feira, 1º, em meio à 8ª Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac). O evento acontece em Kingstown, capital de São Vicente e Granadinas.

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A reunião reservada com o ditador venezuelano consta na agenda oficial do presidente brasileiro. De acordo com a equipe de comunicação do Palácio do Planalto, Lula e Maduro conversaram durante uma hora, das 13h30 às 14h30.

Na sequência, conforme o Planalto, o petista teve reunião com o presidente da Bolívia, Luís Arce. Antes de voltar ao Brasil ainda nesta sexta-feira, Lula ainda terá encontros bilaterais com outras autoridades, incluindo uma conversa com o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres.

Antes de viajar para Kingstown, Lula foi à Guiana. A visita ocorreu na quinta-feira 29. Na ocasião, o petista se reuniu com o presidente guianês, Irfaan Ali.

Questionado, Lula negou que tratou sobre o tema de Essequibo com Irfaan Ali. Ele disse que tampouco vai falar sobre o assunto com Maduro. A mando do ditador, a Venezuela ameaça invadir a região que é internacionalmente reconhecida como parte da Guiana.

Leia mais: “Viagens de Lula ao exterior consumiram mais de R$ 70 milhões em 2023”

“Não discutimos”, disse Lula. “Por quê? Não é o momento de discutir. Era uma reunião bilateral para discutir desenvolvimento, investimento. O presidente Irfaan, assim como o presidente Maduro, sabe que o Brasil está disposto a conversar com eles a hora que for necessário, quando for necessário.” 

Lula mais uma vez chamou a contraofensiva de Israel em Gaza de “genocídio”

Em seu discurso na Celac, Lula mais uma vez chamou a contraofensiva de Israel em Gaza como “genocídio”. Na ocasião, o petista afirmou que Israel impõe ao povo palestino uma “punição coletiva”. Ele disse que os países da Celac precisam dizer um “basta” à situação. 

Leia mais: “Em evento de esquerdistas, Lula se reúne com Petro e Maduro”

“Quero aproveitar a presença do nosso querido companheiro secretário-geral da ONU, Antonio Guterres“, disse Lula. “Para propor uma moção da Celac pelo fim imediato desse ‘genocídio’.” 

Na sequência, Lula pediu a Guterres que seja invocado o artigo 99 da Carta da ONU, que diz o seguinte: “O Secretário-Geral poderá chamar a atenção do Conselho de Segurança para qualquer assunto que em sua opinião possa ameaçar a manutenção da paz e da segurança internacionais”.

Leia também: “Ditadura de Maduro pode acabar com associações e ONGs da Venezuela”

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4 comentários
  1. Herbert Gomes Barca
    Herbert Gomes Barca

    mais pode falar que o nine é amiguinho do Maduro ?! não podia antes das eleições pra presidente de 1022 !
    o deus do supremo tá sabendo disso ??!!

  2. David Souza Silva
    David Souza Silva

    Fazemos um esforço descomunal, para ao se deparar com essa imagem, não vomitar, vomitar….

  3. Ed Camargo
    Ed Camargo

    A verdadeira fonte dos nossos sofrimentos tem sido a nossa timidez, a nossa apatia e letargia em enfrentar e desafiar um charlatão semi-analfabeto e colocá-lo no lixo onde pertence.
    A Paralisia e Declínio do Brasil se deve as ações do Luladrão e seus vassalos. As sociedades nem sempre entram em colapso por falta de riqueza, invasões ou catástrofes naturais. Mas elas estão tão paralisados pelo medo que o caminho para a salvação se torna doloroso demais para ser sequer contemplado.
    Chegamos ao ponto onde não podemos suportar nem nossas doenças nem nossos remédios.
    Como um paciente cujo remédio se revela pior do que a doença, é lamentável que sob o comando do regime petralha nos tornamos corruptos e sem lei. Mas a própria contemplação do duro remédio necessário para a restauração do país – e a reação furiosa que enfrentaria o remédio – tornou-se impossível salvar o paciente. O Brasil está se aproximando desse impasse.
    O mesmo se aplica à dívida de 7 trilhões de dólares, que custa agora mais de 100 bilhões de dólares por ano em pagamentos de juros – e está aumentando com os gastos perdulários do regime petralha. O qual, todos sabemos que é insustentável. O povo entende que isso acabará nos levando à hiperinflação destrutiva, à renúncia suicida, “calote” à dívida federal ou ao confisco das poupanças privadas.
    A epidemia do crime também é semelhante. Todos aceitam que nenhuma sociedade pode suportar por muito tempo essa onda de crimes hediondos.
    Estamos caminhando rumo a uma Venezuéla ou Cuba. As sociedades nem sempre entram em colapso por falta de riqueza, invasões ou catástrofes naturais. A Venezuéla tem a maior reserva de petróleo do mundo, mesmo assim o povo vive na miséria e nada se produz. O Comunismo sempre leva o país ao declínio e miséria.
    Na maioria das vezes, elas sabem o que as está destruindo. Mas estamos tão paralisados pelo medo que o caminho para a salvação se torna doloroso demais para ser sequer contemplado.
    Contudo eu lhes digo: Ninguém é mais vulnerável ao medo do que um homem que mantém outro em cativeiro. Ele fará qualquer coisa para impedir que a justiça surja – pois ele sabe bem o que merece nas mãos daqueles que subjuga. O consórcio Luladrão – STF fizeram a incepção do medo e o usam como uma ferramenta de controle. Forçar as pessoas a ficarem em silêncio e a desistir é a ferramenta mais poderosa que qualquer opressor tem em seu arsenal

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