Mais um pedido de impeachment nas costas de Doria

Segundo os signatários do documento, o governador de São Paulo cometeu crime de responsabilidade
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O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) | Foto: WILSON DIAS/AGÊNCIA BRASIL
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) | Foto: WILSON DIAS/AGÊNCIA BRASIL

Segundo os signatários do documento, o governador de São Paulo cometeu crime de responsabilidade

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) | Foto: WILSON DIAS/AGÊNCIA BRASIL
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Deputados estaduais do PSL paulista devem protocolar hoje um pedido de impeachment contra o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). A peça é assinada pelos parlamentares Gil Diniz, Major Mecca, Frederico D’Ávila, Douglas Garcia e Valéria Bolsonaro.

“Amanhã vamos protocolar o impeachment de Doria e um PDL para sustar o decreto de quarentena no Estado de São Paulo. Teremos uma coletiva de imprensa amanhã na Alesp, onde anunciarão a redução de salário dos parlamentares”, anunciou ontem no Twitter o deputado Gil Diniz.

Segundo os signatários do documento, o governador cometeu crime de responsabilidade. Entre as alegações está o monitoramento da população por meio de parceria com empresas de telefonia. Conforme noticiou Oeste, esses contratos foram alvo do Ministério Público Federal.

Os deputados do PSL também acusam Doria pela suposta “montagem de hospital temporário de campanha com valor abusivo e desarrazoado”. A denúncia se refere aos leitos de campanha erguidos no complexo esportivo Constâncio Vaz Guimarães, no valor de R$ 42 milhões.

Saiba mais

Não é a primeira vez que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), é alvo de um pedido de impeachment. No início deste mês, o senador Major Olímpio (PSL-SP) protocolou dois processos contra o tucano na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Um deles afirma que Doria cometeu crime de responsabilidade, ao bloquear a rua onde mora no Jardim Europa (bairro paulistano) para impedir o acesso de eventuais protestos. Não só, o governador teria utilizado, indevidamente, uma aeronave da Polícia Militar.

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3 comentários

  1. E um vídeo que circula nas redes sociais onde um sujeito mostra o Diário Oficial de São Paulo do dia 21 de março, onde se lê: “Considerando que, segundo órgãos da Saúde Pública, durante a situação da pandemia, qualquer cadáver, independente da causa da morte ou da confirmação de exames laboratoriais deve ser considerado um portador potencial de infecção por Covid-19.” Essa determinação publicada no inicio da quarentena não supõe que os números divulgados por São Paulo seriam manipulados propositadamente? Inflando artificialmente a quantidade de pessoas mortas não daria margem para o governo do estado solicitar mais recursos da união e reafirmar o discurso do governador, não só contra o governo, mas também justificando as medidas restritivas adotadas? E os conselhos federal e estadual de medicina, porque nunca se pronunciaram a respeito? Gostaria que a Oeste, desse vazão as esses meus questionamentos e se posicionasse a respeito. A não ser em última hipótese que o vídeo seja fake, que acho difícil, porque a imagem é clara.

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