Mansueto: ‘Socorro a Estados chega na próxima semana’

Com vetos, o presidente Jair Bolsonaro sancionou a ajuda financeira de R$ 60 bilhões que vai beneficiar prefeitos e governadores
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O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida | Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL
O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida | Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Com vetos, o presidente Jair Bolsonaro sancionou a ajuda financeira de R$ 60 bilhões que vai beneficiar prefeitos e governadores

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O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida | Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, garantiu ontem à noite que o auxílio de R$ 60 bilhões a Estados e municípios chega na semana que vem.

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“A expectativa é que a transferência seja feita no final da próxima semana”, afirmou em entrevista à GloboNews.

De acordo com Mansueto, o governo federal está desenvolvendo um sistema eletrônico. Nele, prefeitos e governadores vão declarar que desistiram de ações contra a União impetradas a partir de março.

Portanto, em cumprimento a uma das contrapartidas feitas pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, para o recebimento dos recursos, que serão pagos em quatro parcelas.

“Além disso, tem a suspensão de dívidas junto a União e junto a bancos públicos. Isso dá mais de R$ 100 bilhões”, observou Mansueto.

O auxílio

O presidente Jair Bolsonaro sancionou ontem, com vetos, o pacote de auxílio financeiro que vai ajudar Estados e municípios no combate ao coronavírus.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União.

Bolsonaro seguiu o conselho do ministro Paulo Guedes, ao vetar o trecho que abria exceções para aumento de salário de servidores.

Portanto, não haverá reajustes para o funcionalismo até o fim do ano que vem.

Além disso, outro trecho vetado permitia a prefeitos e governadores suspenderem o pagamento das dívidas com bancos e organismos internacionais.

Contudo, os trechos alterados ainda vão precisar de aval do Poder Legislativo.

Anteontem, o presidente desabafou que não pode mais ajudar. Logo, os prefeitos e governadores têm de reabrir, gradualmente, a economia.

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